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Educação

USP garante matrícula de estudantes de colégios militares

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A Universidade de São Paulo (USP) informou que todos os candidatos que estudaram em colégios militares “vinculados e mantidos efetivamente pelas Forças Armadas” e que foram aprovados no vestibular deste ano tiveram os pedidos de matrícula aceitos.

O impasse na matrícula desses estudantes ocorreu porque eles se inscreveram por meio da ação afirmativa para egressos de escolas públicas. Porém, a universidade recebeu denúncias da existência de instituições denominadas militares, mas administradas por entidades privadas, que cobram mensalidades.

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Ações afirmativas

A USP ofereceu, este ano, 1.471 vagas apenas a candidatos que, independentemente da renda, tenham cursado integralmente o ensino médio nas escolas públicas. Outras 759 vagas foram destinadas às pessoas pretas, pardas e indígenas, restando 6.132 vagas para a ampla concorrência.

Após análise, a USP considerou que os colégios militares “atendem plenamente ao regramento estabelecido para o concurso vestibular 2019”. “Por essa razão, os candidatos aprovados no vestibular, oriundos de escolas militares, tiveram sua matrícula analisada caso a caso. Os poucos casos de indeferimento de matrícula estão em análise, em função de recursos apresentados”, acrescentou a universidade em nota.

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“A USP tem-se dedicado, nas duas últimas décadas, ao aumento da inclusão das minorias no seu quadro de alunos. Grandes avanços foram obtidos e, para acelerar o processo, reservas de vagas foram implantadas, a partir de 2016, para candidatos oriundos de escolas públicas e de minorias raciais. Em função disso, a universidade preocupa-se em identificar corretamente a instituição de ensino de origem dos candidatos”, informa o texto.

Edição: Talita Cavalcante

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Educação

Primeiro dia do Enem tem índice de abstenção de 57% em MT e é maior que a média do país

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Foto: TV Globo/Reprodução

Por G1 MT

O primeiro dia do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem 2020), em Mato Grosso, teve uma abstenção de 57%. Os dados foram divulgados na noite deste domingo (17) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pelas provas. A segunda rodada de questões ocorre no dia 24 de janeiro.

No Brasil, a abstenção ficou em 51,5%, a maior de toda a história do Enem. Em 2019, o índice do primeiro dia ficou próximo a 23%, segundo o ministro da Educação, Milton Ribeiro.

Em Mato Grosso, mais da metade dos alunos inscritos também não fizeram as provas.

No estado, 98.924 mil alunos fizeram a inscrição, mas mais de 56 mil não compareceram aos locais de prova.

O tema da redação do Enem 2020 foi ‘O estigma associado às doenças mentais na sociedade brasileira’.

Os candidatos tiveram que fazer um texto dissertativo-argumentativo, apresentar opiniões e organizar a defesa de um ponto de vista.

O Enem é considerado o maior vestibular do país, e a nota serve para disputar vagas em universidades e ter acesso a programas de bolsas (Prouni) ou financiamento de mensalidade (Fies).

Neste domingo, os estudantes também responderam a 90 questões de múltipla escolha (45 de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e 45 de Ciências Humanas e suas Tecnologias).

No dia 24, serão 5 horas para responder a mais 90 questões de múltipla escolha (45 de Matemática e suas Tecnologias e 45 de Ciências da Natureza e suas Tecnologias).

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