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Mato Grosso

Secretário diz que prefeitos precisam se responsabilizar por decisões: “cada um em seu quadrado”

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O secretário estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, comentou em coletiva à imprensa via redes sociais, nesta sexta-feira (24), que não ficará avaliando decisão de prefeitos um por um. Segundo ele, é “cada um em seu quadrado” e cada prefeito precisa se responsabilizar por cada decisão tomada. 

A resposta de Gilberto surge após a confirmação do comércio de Mirassol D’Oeste (distante 300km de Cuiabá) permanecer aberto mesmo após uma morte por Covid-19 e outros sete casos confirmados em tratamento. 

“É cada um no seu quadrado. Eu respeito a decisão de cada prefeito, mas não estou aqui para comentar o que cada prefeito fez. Cada gestor tem que fazer uma análise antes de fazer qualquer decreto. Ele precisa se responsabilizar e tomar decisões que se adequem mais ao seu município. Ressalto, gerir uma cidade ou um estado gera dor de cabeça, mas ações de pulso firme. Algumas são amargas, mas necessárias”, comentou o secretário. 

A vítima de Mirassol é uma estudante de fisioterapia, de 23 anos, e que não tinha históricos de doenças crônicas. Para o secretário Gilberto Figueiredo, a flexibilização do comércio e do isolamento social só acontece em Mato Grosso devido os números baixos. 

“É claro que se houver uma alta nos números voltaremos para o isolamento total. Mas hoje temos números baixos. Infelizmente, pessoas vão morrer e outras irão se infectar. Mas precisamos dizer também que Mato Grosso está se preparando e a população precisa entender que se for possível, o ideal é ficar em casa e tomar as medidas de higienização para poder evitar a infecção. A flexibilização do comércio acontece porque temos condições atuais de fazê-la”, comentou. 

Gilberto confirmou que o hospital Santa Casa terá até a próxima semana mais 50 leitos para tratamento de pacientes da Covid-19. O Hospital Metropolitano terá mais de 200. Em Rondonópolis terá mais 15 leitos e Sinop mais 15 também. Cáceres deve ganhar ampliação e Barra do Garças também. 

O que será ampliado também na próxima semana é o número de veículos que irão fazer o transporte de pacientes com coronavírus. Ambulâncias serão implementadas e a UTI aérea estará disponível 24h para poder fazer a locomoção dos pacientes em estado mais grave para alguns desses leitos que estão sendo construídos. 

Fonte: Max Aguiar | Ohar Direto 

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Mato Grosso

Governo de MT publica decreto com novas medidas para frear contágio da covid-19

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As regras, assinadas pelo governador Mauro Mendes, deverão ser publicadas ainda nesta terça-feira (19.01) no Diário Oficial do Estado.

Foto por: Christiano Antonucci

De acordo com o decreto, pelos próximos 45 dias fica proibida a realização de eventos sociais, festas, shows, atividades em casas noturnas e confraternizações com mais de 100 pessoas em espaços privados ou públicos, “inclusive o uso de logradouros públicos, onde haja aglomeração e consumo de bebidas alcoólicas”.

Já os eventos corporativos (organizados por instituições públicas ou privadas) devem respeitar as regras sanitárias e distanciamento social previstas no Decreto 522, de 12 de junho de 2020, a exemplo do distanciamento mínimo de 1,5m e uso de máscaras.

Quanto às atividades em bares, restaurantes e congêneres, está permitida a realização desde que com o máximo de 50% da capacidade do local, “tendo como base o metro quadrado e o espaçamento de 1,5m (um metro e meio) entre as mesas/assentos”.

“Os prefeitos municipais deverão obrigatoriamente adotar as medidas estabelecidas neste Decreto ou outras mais restritivas, sob pena de responder pelas eventuais consequências de seus atos”, afirma trecho do decreto.

O documento autoriza as forças de Segurança do Estado de Mato Grosso a tomar todas as ações necessárias para fazer cumprir as novas medidas e também “possíveis normas municipais mais rígidas e/ou restritivas”.

Servidores

Ainda no decreto está previsto que, em casos excepcionais, poderá ser feito o regime de revezamento de trabalho aos servidores dos órgãos públicos estaduais (não se aplicando aos terceirizados).

O revezamento excepcional deve obedecer os critérios de permanência mínima de dois terços do quantitativo de servidores em trabalho presencial, mediante escala de revezamento a ser estabelecida pela chefia imediata; e também a compatibilidade das atividades exercidas pelo servidor com o regime de teletrabalho, “ainda que estas sejam oriundas de unidade administrativa diversa daquela em que o servidor está lotado”.

“A autoridade máxima do órgão ou entidade estadual poderá promover ajustes quanto à aplicação das regras de revezamento presencial e teletrabalho, conforme suas respectivas necessidades, ou para fins de garantir a preservação do funcionamento dos serviços considerados essenciais e prioritários”, afirma o decreto.

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