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Presidente argentino envia ao Congresso projeto que legaliza aborto

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O presidente da Argentina, Alberto Fernández, enviou nessa terça-feira (17) ao Congresso um projeto para a legalização do aborto, medida bastante esperada pelos movimentos de mulheres que há anos pedem sua aprovação. 

A iniciativa, que conta com amplo respaldo social, mas que é fortemente questionada pelos setores religiosos da sociedade argentina, legalizaria a “interrupção voluntária da gravidez”. 

“Minha convicção é que o Estado acompanhe todas as pessoas gestantes em seus projetos de maternidade. Mas também estou convencido de que é responsabilidade do Estado cuidar da vida e da saúde de quem decide interromper a gravidez durante os primeiros momentos de seu desenvolvimento”, disse Fernández em mensagem publicada nas redes sociais. 

Atualmente, vigora na Argentina uma lei de 1921 que permite a interrupção voluntária da gravidez apenas quando há riscos graves para a mãe ou em caso de estupro. Ativistas dizem, no entanto, que muitas vezes as mulheres não recebem os cuidados adequados e citam diferenças de acordo com regiões e classes sociais.

Em 2018, o projeto de descriminalização do aborto foi votado no Congresso, mas não chegou a ser aprovado por margem estreita. 

“O debate não é dizer sim ou não ao aborto. Os abortos ocorrem de forma clandestina e colocam em risco a saúde e a vida da mulheres que a eles se submetem. Portanto, o dilema que devemos superar é se os abortos serão realizados na clandestinidade ou no Sistema de Saúde argentino”, disse Fernández.

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Sobe para 19 número de mortos após rompimento de geleira na Índia

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Pelo menos 19 pessoas morreram no norte da Índia, após o rompimento de parte de uma geleira no Himalaia, que provocou uma enxurrada de lama e detritos sobre duas barragens e algumas habitações, informaram hoje (8) as autoridades.

“Um total de 15 pessoas foram resgatadas e 19 corpos foram encontrados em vários locais até agora”, de acordo com novo balanço do governo do estado de Uttarakhand. Pelo menos 200 pessoas continuam desaparecidas. O balanço anterior indicava três mortos.

O desastre foi provocado pelo rompimento do glaciar Nanda Devi, no estado indiano de Uttarakhand, nesse domingo (7).

A Central Hidroelétrica de Rishigana, o primeiro local atingido pela enxurrada, ficou destruída, e a de Dhauliganga seriamente danificada, disse um porta-voz da guarda de fronteira indo-tibetana, Vivek Pandey.

As duas barragens situam-se no rio Alaknanda, que corre do Himalaia até o Ganges.

Em 2013, milhares de pessoas morreram no estado de Uttarakhand, depois de fortes chuvas terem provocado deslizamento de terras e enxurradas.

Por Agência Brasil

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