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Mato Grosso

Governo federal não renova contrato com empresa e MT passa a fazer 400 testes de Covid-19 por dia ao invés de 1,5 mil, diz secretário

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Governo federal não renovou contrato com a empresa que fornece os equipamentos ao Laboratório Central do Mato Grosso (Lacen-MT).

Mato Grosso passou a fazer 400 testes de coronavírus (Covid-19) por dia ao invés de 1,5 mil, como fazia anteriormente. A informação foi divulgada nesta terça-feira (9) pelo secretário de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo.

Ele explicou, em live à imprensa, que o governo federal não renovou contrato com a empresa que fornece os equipamentos ao Laboratório Central do Mato Grosso (Lacen-MT).

“Com isso, perdemos a capacidade de 1,5 mil testes por dia para 400 testes a cada 24 horas. Estamos fazendo todo esforço e dobrando turno, contratando pessoal. A todo o momento tem um fator que é complicador”

Ainda conforme o secretário, o problema atinge todos os estados. Não há previsão e nem informação, por parte da SES-MT, sobre uma solução a respeito desse contrato.

Por G1 MT

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Casos em Mato Grosso

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta segunda-feira (08.06), 4.243 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 126 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. As 13 mortes mais recentes envolveram residentes de Nossa Senhora do Livramento, Cuiabá, Várzea Grande, Vila Rica, Colíder, Diamantino e Nova Mutum.

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Mato Grosso

Mato Grosso receberá pacientes Covid-19 em estado grave de Rondônia

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Expectativa é de que os primeiros pacientes cheguem nesta terça-feira (26.01) para receber a assistência médica necessária

Fernanda Nazário | SES-MT

O Governo de Mato Grosso disponibilizou leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para receber pacientes em estado grave da Covid-19 do estado de Rondônia. A expectativa é de que os primeiros pacientes cheguem nesta terça-feira (26.01) para receber a assistência médica necessária. 

Conforme o secretário Estadual de Saúde, Gilberto Figueiredo, este é um momento de unir forças diante do colapso que os outros estados já vivem. O gestor entende que é preciso levar em consideração a universalidade do Sistema Único de Saúde (SUS) e ser solidário aos familiares e pacientes que anseiam por ajuda. 

“Dentro do princípio de que é o SUS, não existe leitos exclusivos de Mato Grosso, de São Paulo ou do Rio de Janeiro. Existem leitos SUS e, neste momento, levando em consideração a nossa taxa de ocupação que está em 67% para UTIs adulto, temos que ser solidários com os estados que estão colapsados precisando de leitos”, pontuou Figueiredo.

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