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Delegado Claudinei lamenta morte de ex-presidente da Feconseg, Valdir Farinha

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O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) lamentou a morte do ex-presidente da Federação do Conselho de Segurança Pública (Feconseg) e atual presidente do Conselho Comunitário de Segurança (Conseg) da área central de Rondonópolis, Valdir Farinha, assassinado a tiros na noite de quarta-feira (12), em frente à sua residência, no bairro Monte Líbano, em Rondonópolis.

“É com muita tristeza que recebemos a notícia da morte do nosso amigo e companheiro Valdir Farinha, morto de forma violenta. Era um dos nossos grandes apoiadores nas causas da segurança pública. Foi um baluarte que revolucionou a história de Mato Grosso na área dos conselhos de segurança pública e a liberdade de associação”, afirmou o parlamentar.

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O deputado lembra ainda que Farinha lutou lado a lado dos Conseg’s no ano de 2017 e, com a unanimidade dos deputados estaduais na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, conseguiu sustar o Decreto do Executivo nº 1030/17, por meio do Decreto Legislativo nº 52/17, garantindo a autonomia e a independência de todos os conselhos. Ano passado, em reconhecimento aos trabalhos realizado pela Segurança Pública, o deputado Claudinei chegou a entregar moção de aplausos a Valdir Farinha.

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Na tribuna, durante sessão plenária desta quinta-feira (13), o Delegado Claudinei apresentou uma moção de pesar aos familiares de Farinha e parabenizou a ação rápida da Polícia Militar que, em menos de 30 minutos, realizou a detenção de quatro suspeitos de participação no crime. O deputado estadual Sebastião Rezende (PSC) também assinou a moção de pesar em conjunto com o deputado Claudinei.

Conforme informações preliminares, no início da noite de ontem, Farinha, sua esposa e um casal de amigos conversavam na frente de a sua residência quando foram abordados por um indivíduo armado que atirou e baleou os dois homens.  Natural do estado de São Paulo, Valdir Farinha tinha 60 anos de idade e foi o segundo presidente da Feconseg (2017-2019). Casado, ele deixa três filhos e três netos.

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  No ano passado,o deputado Delegado Claudinei chegou a entregar uma Moção de Aplausos a Valdir Farinha pelo seu trabalho em prol da Segurança Pública Comunitária

Foto: Sandra Costa

Fonte: ALMT

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Maternidades de Mato Grosso terão de oferecer teste do quadril a recém-nascidos

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Foto: Ronaldo Mazza / Secretaria de Comunicação Social

Mato Grosso tornou obrigatória a realização do teste do quadril em todos os recém-nascidos. A lei 11.271/2020 inclui maternidades em hospitais públicos e privados. O exame, cujo nome técnico é manobra de Barlow e de Ortolani, visa detectar precocemente doenças relacionadas à má formação do quadril.  

Conforme o autor da proposta, o deputado estadual Dr. Gimenez (PV), o diagnóstico de displasia do desenvolvimento do quadril (DDQ) costuma ser feito nas maternidades, mas não era obrigatório. “O problema pode provocar o encurtamento do membro e a osteoartrose precoce, portanto, a exigência do teste será mais uma garantia para a saúde das crianças mato-grossenses”.  

A estimativa é que um em cada mil bebês nasça com o quadril luxado e cerca de dez em mil com o quadril subluxado. O exame não tem custo, pois é feito por meio da flexão e abdução das pernas do bebê e pode garantir vida mais saudável para milhares de pessoas. A lei foi sancionada em dezembro de 2020 pelo governo estadual e já está em vigor.

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

O teste do quadril se soma ao “Teste do Pezinho”, que identifica pelo menos 30 doenças, e é realizado nas primeiras horas depois do nascimento. O exame preventivo é relevante ao diagnóstico e o tratamento precoce. Em Brasília, uma lei similar está em vigor desde novembro do ano passado. No Estado de São Paulo, vários municípios tornaram o exame obrigatório, entre eles, Assis.

“Muitas pessoas nunca ouviram falar em teste do quadril. Mas assim como o popular teste do pezinho, trata-se de uma medida preventiva. Pode detectar doenças e impedir que elas se desenvolvam antes mesmo de se manifestarem os primeiros sintomas”, pontua o parlamentar, que é médico e atende prioritariamente crianças.  

O tratamento da DDQ é desafiador tanto para o ortopedista pediátrico como para o generalista. Os objetivos do tratamento incluem o diagnóstico o mais precocemente possível, a redução da articulação e a estabilização do quadril em uma posição segura. Classicamente as possibilidades do tratamento se dividem de acordo com as diferentes faixas etárias, por ocasião do diagnóstico.

ROSE DOMINGUES / Gabinete do deputado Dr. Gimenez

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