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Agronegócio

Dados finais apontam 99,8% do rebanho vacinado contra febre aftosa em MT

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Resultado é referente à etapa de vacinação contra a febre aftosa em bovinos e bubalinos do mês de novembro de 2020

Thielli Bairros | Sedec-MT

O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea MT) divulgou o resultado da etapa de novembro de 2020 de vacinação contra a febre aftosa no Estado. Foram vacinados 14.664.812 bovinos e bubalinos, quantidade correspondente a 99,8% dos animais foco desta etapa – todos os animais com até 24 meses, com atenção às propriedades localizadas no baixo Pantanal mato-grossense, onde todos os animais existentes deveriam ser vacinados.

“A baixa inadimplência é resultado de incessantes trabalhos de divulgação, educação sanitária, fiscalização dos servidores do Indea MT e fundamental apoio dos produtores rurais, que confiam nessa iniciativa para manter seus rebanhos livres da febre aftosa”, afirma César Miranda, secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico de Mato Grosso.

Nesta etapa, foram realizadas vacinações oficiais em 2.361 estabelecimentos rurais. “Neste momento, os animais são vistoriados nos currais para a verificação da sanidade do rebanho. A vigilância veterinária constante confere segurança da ocorrência ou não de doenças infectocontagiosas de interesse para a defesa sanitária animal”, explica Renan Tomazele, diretor técnico do Indea MT.

Desde 2007, as etapas de vacinação envolvendo bovinos até 24 meses têm alcançado índices de vacinação superiores a 99%, verificando-se homogeneidade entre as regiões do Estado.

O Indea MT e o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) são os órgãos oficiais responsáveis pela regulamentação, divulgação, educação sanitária, controle e fiscalização da vacinação, cabendo ao produtor arcar com a aquisição e aplicação da vacina.

As entidades do setor pecuário são parceiras do Indea MT, como a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), Sindicato das Indústrias de Frigorífico do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo), Associação dos Criadores de Ovinos de Mato Grosso (Ovinomat) e o Fundo de Emergência de Saúde Animal do Estado de Mato Grosso (Fesa).

O último foco de febre aftosa em Mato Grosso foi registrado em 1996. Atualmente, o Estado é reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) como livre de febre aftosa com vacinação, condição constantemente comprovada pelas ações de vigilância veterinária e inquéritos epidemiológicos realizados pelo Indea MT e Mapa.

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Agronegócio

IBGE prevê safra recorde de 264,9 milhões de toneladas para 2021

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Soja deve atingir mais um marco inédito

A produção de cereais, leguminosas e oleaginosas estimada para 2021 alcançou mais um recorde, devendo totalizar 264,9 milhões de toneladas, 4,2% (10,7 milhões de toneladas) acima da obtida em 2020 (254,1 milhões de toneladas).

As informações são do Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, divulgado hoje (8), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A previsão para a safra de soja deve atingir mais um marco inédito, com 131,8 milhões de toneladas. Segundo o gerente da pesquisa, Carlos Barradas, a demanda aquecida e o dólar em alta têm favorecido a comercialização da soja e incentivado os produtores a aumentarem o plantio.

Conforme o IBGE, no final de março de 2021, a saca de 60 quilos do produto foi comercializada a R$ 173,3, 3,49% acima do mês anterior. Na região integrada por Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia (Matopiba), quase todos os estados apresentam aumentos expressivos na produção, como o Piauí (15,6%), a Bahia (7,6%) e o Maranhão (3,8%). A exceção é o Tocantins (-6,3%).

“A colheita da soja está perto de ser concluída na maioria das unidades da federação, mas está com atraso em relação ao ano anterior, que foi causado pelo plantio tardio devido à estiagem no início da primavera. Com o retorno das chuvas, a partir de dezembro, as lavouras se recuperaram e a cultura se desenvolveu de maneira satisfatória”, disse o pesquisador, em nota.

De acordo com ele, embora atualmente o excesso de chuvas venha causando problemas em alguns estados, tanto na colheita quanto no escoamento da safra, restam poucas áreas a serem colhidas e a produção da oleaginosa deverá ficar 8,5% (10,3 milhões de toneladas) acima da de 2020.

Produção de uvas

Além dos grãos, o IBGE também destacou o aumento na produção de uvas. A estimativa da produção em março foi de 1,7 milhão de toneladas, crescendo de 4,9% em relação ao mês anterior e de 18,7% em relação a 2020, o que se deve ao bom rendimento das lavouras.

Em março, a produção do Rio Grande do Sul, responsável por 56,5% da safra nacional de uvas, foi reavaliada com crescimento de 8,5% em relação à estimativa anterior e de 29,2% frente a 2020, alcançando 950,2 mil toneladas.

“As condições de estiagem, combinadas com grande amplitude térmica diária, de dias quentes e noites frias, ocorridas no final da primavera e início do verão, não anteciparam o ciclo e foram muito favoráveis para a quantidade e a qualidade enológica das uvas precoces. O consumo de vinho durante a pandemia de covid-19 cresceu bastante, reduzindo os estoques comercializáveis de uva. Mas as cooperativas do Rio Grande do Sul esperam recompor esses estoques durante o ano, bem como o estoque de passagem até a próxima colheita”, afirmou Barradas.

Segundo o levantamento, outras unidades produtoras também esperam crescimento da produção em relação a 2020, como Pernambuco (15,3%) e Bahia (8,9%), estados em que se localiza o Vale do São Francisco e que, junto com o Rio Grande do Sul, respondem por 82,6% da produção nacional de uva. Enquanto no Sul a maior parte das uvas tem como destino a produção de sucos, no Nordeste, a maior parte vai para o consumo de mesa.

Na informação do levantamento de março em relação à de fevereiro, destacaram-se as variações positivas nas produções de trigo (8,1% ou 541,6 mil toneladas), cevada (7,9% ou 31,3 mil toneladas), feijão de 1ª, 2ª e 3ª safra (0,8%, 5,0% e 1,7%, somando 77 mil toneladas), uva (4,9% ou 78,4 mil toneladas), sorgo (2,4% ou 67,5 mil toneladas), soja (1,1% ou 1,4 milhão de toneladas) e arroz (0,9% ou 100,3 mil toneladas).

São esperadas quedas na produção do milho de 1ª e 2ª safra (-1,5% e -0,1% ou 471,2 mil toneladas) e da aveia (-0,3% ou 2,5 mil toneladas).

Fonte: Agencia Brasil

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