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Política

APÓS 17 DIAS: Diálogo promovido por Moretto encerra paralisação dos produtores de leite

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Os produtores da bacia leiteira da região Oeste cobravam maior valorização do litro do produto produzido, que estava abaixo da média de Mato Grosso.

Reuniões promovidas pelo deputado Valmir Moretto (Republicanos) colocaram fim à paralisação dos produtores de leite da região Oeste de Mato Grosso. O movimento já durava 17 dias e cobrava maior valorização por parte das indústrias pelo litro do produto produzido.

O fim da paralisação levou em consideração a seguinte proposta: No mês de maio será pago R$ 1,12 pelo litro e R$ 1,22 pelo litro gelado; em junho o preço se mantém e em julho sobe para R$ 1,23 o preço do litro e R$ 1,33 gelado.

Conforme comunicado da Associação de Produtores de Leite do Oeste de Mato Grosso (APLO), “o leite entregue de agosto em diante deve acompanhar o 2º melhor preço do Estado”.

O deputado Valmir Moretto explicou que o aumento vai dar maior condição de trabalho os produtores.

“Nossa região ganhou bastante, não só os produtores, mas também as indústrias. O produtor não vai ficar rico com esse preço, mas vai ter condições de trabalhar e ter o seu rebanho, porque ultimamente ele tem pago para trabalhar”, disse o deputado, agradecendo também a participação do deputado Carlos Avallone nas negociações.

Participaram das tratativas o Sindicato das Indústrias de Laticínio de Mato Grosso (Sindlat-MT); Laticínios Três Marias; Lactivit; Laticínio Rovigo; Laticínio São Luís; Cooperativa Agropecuária do Noroeste (Coopnoroeste) e Vencedor.

DEFESA DO PRODUTOR

O deputado Valmir Moretto lembra que a defesa dos produtores de leite foi um compromisso assumido a partir do primeiro dia de mandato como deputado.

Audiências públicas, reuniões e ações para valorizar o produtor mostraram o tamanho do problema que a classe vinha enfrentando para a sociedade mato-grossense.

As iniciativas visam sanar ou minimizar os prejuízos sofridos pela classe, principalmente após a pandemia do novo coronavírus (Covid-19), que afetou o mercado.

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Bolsonaro apela para que caminhoneiros não façam greve

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O presidente Jair Bolsonaro apelou hoje (27) aos caminhoneiros para que não façam greve. “Reconhecemos o valor dos caminhoneiros para a economia do Brasil. Apelamos para eles que não façam greve porque todos nós vamos perder, todos, sem exceção. Agora, a solução não é fácil, estamos buscando uma maneira de não ter mais este reajuste”, disse, após reunião no Ministério da Economia.

Ontem (26), a Petrobras reajustou o preço médio do diesel nas refinarias em 4,4% e há especulações sobre uma greve de caminhoneiros que aconteceria na próxima segunda-feira (1º). “A Petrobras segue uma planilha, tem a ver com preço do petróleo lá fora, tem a ver com variação do dólar. Ontem foi boa notícia, o dólar baixou R$ 0,20. Estamos estudando medidas, agora, não tenho como dar uma resposta de como diminuir impacto, que, na verdade, foram nove centavos no preço do diesel”, disse, ressaltando que não interfere na política de preços da empresa.

De acordo com o presidente, está em estudo a diminuição do PIS (Programa de Integração Social) e da Cofins (Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social), impostos federais que incidem sobre os combustíveis. O impacto da renúncia aos cofres da União, segundo ele, é de R$ 800 milhões por cada centavo reduzido. Para Bolsonaro, é importante que os governadores também reduzam o ICMS, imposto estadual.

“Para cada centavo do preço do diesel, aproveitando nós queremos diminuir no caso PIS/Cofins, equivale a buscarmos em outro local R$ 800 milhões. Então, não é uma conta fácil de ser feita. Agora, o diesel está num preço razoável nas refinarias, mas até sair da refinaria e chegar na bomba de combustível tem ICMS, imposto que é o mais caro que tem sobre o combustível no Brasil, tem a margem de lucro, tem transportadores, tem muito monopólio no meio disso. Estamos buscando alternativas mas não são fáceis”, disse.

(mais…)

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