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Agência da CAIXA de Nova Mutum será multada se não respeitar jornada de trabalho dos bancários

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A juíza do Tribunal Regional do Trabalho da 23ª Região, Vara do Trabalho de Nova Mutum, Michelle Trombini Saliba, determinou que a Agência da Caixa, da cidade de Nova Mutum, localizada a 300 km da capital de Mato Grosso, respeite a jornada de trabalho da categoria bancária.

A Ação Coletiva, com pedido de antecipação de tutela, foi ajuizada pelo Sindicato dos Bancários de Mato Grosso (SEEB/MT) denunciando que os empregados da Caixa estavam sendo obrigados a realizar mais de duas horas extras diárias com proibição de registro no controle de frequência das horas extras efetivamente realizadas.

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A Juíza concedeu o pedido de liminar do Sindicato e determinou que a Caixa abstenha-se de prorrogar a jornada normal de trabalho dos substituídos, para além do limite legal de duas horas diárias e ainda exigir que os empregados substituídos não registrem no ponto eletrônico a real jornada trabalhada. “Inadmissível tal conduta em uma empresa pública do porte da Caixa Econômica Federal. Se horas extras são realizadas, estas devem estar integralmente registradas. Pontos eletrônicos foram instituídos para fazer o controle fidedigno da jornada de trabalho”, argumenta.

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A agência CAIXA de Nova Mutum pagará multa diária de R$ 10.000,00, se em 30 dias continuar exigindo que os empregados não registrem a jornada efetivamente laborada.

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Também faz parte, do mesmo processo, denuncia que os bancários e bancárias daquela agência estão sendo vítimas de assédio moral. Os empregados são cobrados de forma ríspida e abusiva e sofrem constantes ameaças.

Para o secretário de comunicação e imprensa do Seeb/MT e empregado da Caixa, John Gordon, a denuncia do Sindicato coloca evidência o problema de falta de funcionários que ocorre em quase todas as agências da Caixa em Mato Grosso. “Os clientes insatisfeitos lotam as agências e os empregados da CAIXA com sobrecarga de trabalho são obrigados a longas jornadas de trabalho e adoecem. É preciso mais contratações para acabar com essa falta de respeito com os trabalhadores e trabalhadoras”, ressaltando que mais contratações faz parte da pauta de reivindicações entregue aos banqueiros.

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O diretor do Seeb/MT e advogado Eduardo Alencar orienta os bancários e bancárias encaminhar denúncia ao Sindicato. “Não podemos ficar calados, é preciso denunciar. Sabemos que situação como esta ocorre em vários Bancos. O Sindicato só pode agir conforme for demandado. A sobrecarga de trabalho tem efeitos nocivos à saúde do trabalhador, além de prejuízos financeiros”, ressalta colocando os canais de comunicação do Sindicato a disposição da categoria.

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ALTA DE 40%: Preço da carne em MT deve explodir em 2021 e Sindifrigo alerta que não deve baixar tão cedo

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O sindicato declara ainda que o ano terá com bastante pressão de alta na carne. Apesar de mais gente criando gado, é algo que demora e o preço não deve baixar tão cedo”, termina.

Após uma baixa no preço da carne no final de 2020, os valores voltaram a subir no início do ano e não devem parar por aí. O valor de alguns cortes teve alta de 40% no mercado.

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De acordo com o presidente do Sindicato das Indústrias Frigoríficas de MT (Sindifrigo), Paulo Bellincanta, um dos motivos para a alta do preço da carne bovino em 2021, é a queda da oferta de animais prontos para o abate.

“É um reflexo da economia livre, oferta e demanda, simples assim”, afirmou.

“Nos últimos anos houve um desestímulo da pecuária, não só em Mato Grosso, mas no Brasil. Os produtores foram buscando outras soluções e partiram para outras atividades, como grãos. Houve uma evasão muito grande”, continuou Paulo.

O presidente do Sindifrigo explicou ainda que não é só a ausência de animais que aumentam o preço para o consumidor final, mas uma série de fatores.

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