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Economia

Sete frigoríficos de Mato Grosso têm autorização para exportar carnes para a China

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Dos 25 frigoríficos brasileiros que a China habilitou para que passem a exportar carne para o país asiático, sete são em Mato Grosso, sendo seis de bovinos e uma de aves e suínos. Com isso, o Brasil tem agora 89 plantas habilitadas. Até então só uma de bovinos no estado estava exportando para os chineses.

Duas unidades ficam no Norte do estado, nos municípios de Guarantã do Norte e Matupá. Outras duas indústrias no Oeste, em Barra do Bugres e Tangará da Serra, e uma outra em Várzea Grande e outra em Rondonópolis.

Além disso, um frigorífico de Lucas do Rio Verde também recebeu habilitação para exportar carne de frango e carne suína para a China.

“A China habilitando 25 frigoríficos pelo Brasil, sendo seis de bovinos em Mato Grosso, e esse anúncio veio incrementar o comércio de carne entre Mato Grosso e China, um país com 1,3 bilhão de habitantes e com uma grande demanda por proteína animal e Mato Grosso com um grande rebanho poderá se posicionar nesse comércio internacional”, disse o presidente do Instituto Mato-grossense da Carne (IMC), Guilherme Nolasco.

O anúncio foi comemorado pela Associação Brasileira de Proteína Animal, já que até então somente plantas de Santa Catarina tinham autorização para fazer embarques de cortes suínos com osso para o mercado chinês.

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Economia

Inflação para famílias com até dois mínimos registra 0,56% em novembro

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O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que mede a variação da cesta de compras para famílias com renda até 2,5 salários mínimos (R$ 2.495), registrou inflação de 0,56% em novembro, acima do registrado em outubro, de menos 0,12%.

A taxa ficou acima também do Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas de renda, e que registrou taxa de 0,49% em novembro.

O IPC-C1 acumula taxas de inflação de 3,64% no ano e de 3,98% em 12 meses. A taxa anual do IPC-BR também ficou abaixo da registrada pelo IPC-C1, de 3,61%.

As altas foram registradas em sete das oito classes de despesa componentes do índice, sendo que três desses grupos tinham registrado deflação (queda de preços) em outubro e passaram a registrar inflação em novembro: habitação, que passou de menos 0,47% em outubro para 0,70% em novembro; alimentação, de menos 0,18% para 0,60%, e comunicação, de menos 0,03% para 0,14%.

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Outras quatro classes de despesas tiveram aumento da taxa de inflação: despesas diversas, de 0,45% em outubro para 2,48% em novembro; educação, leitura e recreação, de 0,09% para 0,59%; vestuário, de 0,07% para 0,32%, e transportes, de 0,14% para 0,19%.

O grupo saúde e cuidados pessoais foi o único que teve queda na taxa. O grupo de despesas continuou registrando inflação, ao passar de 0,20% para 0,11%.

Edição: Fernando Fraga

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