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Seleção estreia no vôlei feminino buscando quinta medalha de ouro na história do Pan

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A equipe de vôlei feminino do Brasil inicia sua caminhada na busca pelo ouro nos Jogos Pan-Americanos nesta quarta-feira (07), às 15h (de Brasília) contra a seleção de Porto Rico. Com boa parte das jogadoras que participaram do torneio pré-olímpico, a seleção chega muito forte na briga pelo quinta medalha de ouro de sua história.

Brasileiras e porto-riquenhas compõe o grupo B, ao lado de Argentina e Estados Unidos. As equipes se enfrentam dentro dos grupos e as duas primeiras colocadas avançam à semifinal.

– Argentina e Porto Rico estão vindo para Lima com os mesmos times que jogaram o Pré-Olímpico. Já os Estados Unidos vêm com uma equipe diferente. Vamos brigar e temos seis jogadoras que participaram do grupo no Pré-Olímpico (Macris, Mara, Mayany, Lorenne, Paula Borgo e Lana). As outras jogadoras estavam treinando em Saquarema e participaram da campanha da Liga das Nações. Temos um time jovem e precisamos dar oportunidade para essas atletas. Vai ser um campeonato difícil e vamos lutar bastante – analisa o técnico José Roberto Guimarães.

Em Lima, Zé Roberto fará sua última participação em Jogos Pan-Americanos como treinador da seleção brasileira. Desde 2003 no comando da equipe feminina, o treinador tenta apenas a segunda medalha de ouro de sua carreira no Pan, acabou com a prata em 2007 e 2015.

A equipe brasileira é formada pelas levantadoras Macris e Juma, as opostas Lorenne e Paula Borgo, as centrais Mara, Mayany e Lara, as ponteiras Tainara, Júlia Bergmann, Lana e Maíra e a líbero Natinha. No último sábado (03), a equipe garantiu vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio, em 2020, ao vencer o torneio pré-olímpico.

FONTE: Globo Esportes

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Atleta de Mato Grosso conquista duas medalhas de ouro no Pan e é aposta para as Olimpíadas

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A canoísta mato-grossense Ana Sátila Vieira Vargas, 23 anos, conquistou duas medalhas de ouro durante os jogos Pan-Americanos de 2019, sediados em Lima, no Peru. No último dia 4, ela venceu duas provas olímpica de canoagem feminina.

Ana começou a praticar canoagem em um projeto social no Rio das Mortes, em Primavera do Leste, onde nasceu. Ela é canoísta slalom, prática na qual o atleta, com o auxílio de um remo, desce corredeiras e passa por obstáculos naturais ou artificiais. Vence o esportista que cumprir o percurso com menor espaço de tempo e menos penalidades.

As medalhas conquistadas pela atleta, durante o Pan deste ano, constam entre as 171 conquistadas pelo Brasil ao longo da competição – foram 55 de ouro, 45 de prata e 71 de bronze. O país ocupou a segunda colocação do ranking mundial da competição, que foi encerrada no domingo (11).

A atleta era vista como a favorita nas disputas. Conforme o site Globo Esporte, ela não cometeu erros e saiu consagrada durante a disputa. Ana é, atualmente, a terceira do ranking mundial em sua modalidade e é citada entre os melhores do mundo há, pelo menos, seis anos.

No Pan-Americano de Lima, ela venceu as disputas de canoagem nas categorias C1 slalom feminino e a não-olímpica do K1 extremo. Ana já havia conquistado ouro no feminino no C1 durante o Pan de Toronto, no Canadá, em 2015. Desta forma, tornou-se bicampeã na disputa no Pan.

Neste ano, a atleta venceu a prova do C1 com o tempo de 95s35, sem penalidades. A prata foi da canadense Lois Betteridge (102s95), e o bronze ficou com a americana Michaela Corcoran (10s73).

Conforme o Globo Esporte, ela também havia se saído bem no K1 em 2015, conquistando a prata. Neste ano, teve desempenho melhor.

Emocionada com as conquistas, Ana disse, em entrevista ao Globo Esporte, que dedicava a vitória à família e ao namorado. “Esse Pan vai entrar para a história. Estou muito feliz. Esse circuito é muito difícil, então estou muito, muito contente, tive uma boa vantagem. Na semi também foram oito segundos. Fiquei focada em continuar minha descida e fazer uma prova sem penalidades, fiquei muito feliz por ser tanto tempo”, comentou, pouco após a vitória.

Em Tóquio

Nas Olimpíadas de Tóquio, no próximo ano, a canoagem C1 do slalom, especialidade de Ana Sátila, vai estrear na disputa mundial. A mato-grossense é considerada uma das principais apostas na prática.

FONTE: RD News

 

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