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Pontes e Lacerda

SEGURANÇA: Falta efetivo policial e viaturas na Delegacia Regional de Pontes e Lacerda

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O deputado estadual Claudinei realizou levantamentos na Delegacia Regional da Polícia Judiciária Civil do município que atende 10 municípios

A Delegacia Regional da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso, em Pontes e Lacerda (MT), conta apenas com três delegados e oito viaturas para atender 10 municípios mato-grossenses da região de fronteira. Essa necessidade foi apontada pelo delegado regional, Clayton Queiroz, ao deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) que esteve na instituição, na última quinta-feira (24). Também, estiveram presentes os delegados de polícia Maurício Maciel e Alexandre Nazaré.

Este encontro faz parte das visitas realizadas pela Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), em que é presidida por Claudinei. “Quando eu assumi a presidência da Comissão de Segurança este ano, tracei o propósito de visitar os 13 polos regionais do interior da Risp (Região Integrada de Segurança Pública), conversar com todos os chefes das regionais e ver como a gente pode ajudar. É a primeira vez, na história, que essa Comissão visita todos os polos. Agora essa é a sexta regional que visitamos”, diz o parlamentar.

Panorama

O delegado regional, inicialmente, apresentou para Claudinei um mapa com todos os municípios que a unidade atende, além de Pontes e Lacerda, para ter uma compreensão real da região e extensão territorial atendida pelos policiais civis.

“As distâncias entre os municípios apontam a necessidade de mais delegados de polícia, escrivães e investigadores. Ainda mais por ser uma região de fronteira. Só para se ter uma ideia, a distância de Pontes e Lacerda é de quase 700 km de Rondolândia. Temos cobrado muito para nomeação dos aprovados, sendo que já conseguimos a convocação de 30 delegados de polícia. Agora é saber para quais municípios eles serão encaminhados”, comenta o deputado.

Para Clayton é muito importante que a Comissão de Segurança Pública tenha conhecimento da realidade da região, principalmente da polícia civil que é carente de estrutura, viaturas e de todo tipo de infraestrutura para executar o trabalho com excelência. “Esperamos que essas dificuldades sejam sanadas com a visita do deputado Claudinei. Falta de viatura, efetivo e problemas de questões estruturais das delegacias. Espero que através desta Casa de Leis, os problemas possam ser solucionados”, diz o delegado regional.

Viaturas

O presidente da Comissão se comprometeu em levar as demandas da instituição para o governo estadual, bem, como, ao governo federal por meio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) para a substituição da frota de viaturas que fazem parte do convênio da Estratégia Nacional de Segurança Pública na Fronteira (Enafron), firmado em 2012 juntamente com os governos de Mato Grosso e federal.

“Todos estes levantamentos que realizamos pela Comissão, como a falta de viaturas, vamos levar para o governo federal. Já solicitamos uma agenda que está tramitando. A gente vai estar lá pessoalmente cobrar, pedindo para substituir estes veículos para toda essa região que está próxima da fronteira. Tem que ter uma atenção. A falta de delegados é preocupante também”, posiciona Claudinei.

Queiroz salienta que os policiais atuavam com viaturas descaracterizadas do Enafron na fronteira, pois os outros veículos da unidade são todos caracterizados – sendo que não são mais utilizadas por falta de manutenção. “Aqui tem viaturas próprias. Fazer manutenção é cômodo, porque a prefeitura ajudava e o Conseg (Conselho de Segurança Pública e Comunitária) do município. Parece que (o governo estadual) comprou para usar até acabar. Precisamos de uma condição mínima para trabalhar”, lamenta Clayton.

Indicação – Delegado Claudinei já apresentou na Casa de Leis, importantes proposições para atender a região de fronteira, como as indicações de nº 854/2019 e n.º 1.913/2020 que apontaram a necessidade de renovação da frota da Polícia Judiciária Civil para atender as delegacias regionais de Cáceres, Pontes e Lacerda e Tangará da Serra.

Instituição – Além de Pontes e Lacerda, a Delegacia Regional atende os municípios de Comodoro, Rondolândia, Vila Bela da Santíssima Trindade, Conquista d´Oeste, Nova Lacerda, Figueirópolis d´Oeste, Jauru, Vale de São Domingos e Campos de Júlio.

Informações:
Samantha dos Anjos – Assessoria de Imprensa

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MEDIDA PREVENTIVA: Redes de esgoto passam por revisão em Pontes e Lacerda

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Caminhão hidrojato é usado na desobstrução e limpeza das tubulações; concessionária de saneamento alerta sobre destinação do lixo
Nas ruas de Pontes e Lacerda, um novo integrante do time do saneamento básico chama a atenção: o caminhão hidrojato, que chega com a missão de preparar o sistema de esgotamento sanitário para o período de chuva. As ações preventivas de limpeza e desobstrução das tubulações serão realizadas pela concessionária de saneamento em todos os bairros e devem ser concluídas em até 60 dias.

 

“O caminhão hidrojato auxiliará a concessionária na limpeza e desobstrução das redes de esgoto da cidade, com o intuito de diminuir o risco de alagamentos característicos desse período”, explica Marcus Silva, gerente operacional da Águas Pontes e Lacerda. “Estamos trabalhando para manter nosso alto padrão de qualidade do atendimento e do serviço ofertado aos lacerdenses em todas as estações do ano.”

Lixo é no lixo – A concessionária faz um alerta sobra a importância de não jogar lixo nas ruas e na rede de esgoto. “O descarte irregular dos resíduos sólidos são o maior problema para o sistema de esgotamento sanitário. Uma sacola plástica, por exemplo, quando descartada de forma incorreta nas vias públicas, pode causar o entupimento das bocas de lobo, provocando alagamentos em períodos de chuva. Quando o lixo chega às redes de esgoto, o acúmulo desses resíduos pode causar obstrução das tubulações e extravasamento, prejudicando todo o sistema e a população em geral”, observa Marcus Silva.

 

Óleo de cozinha, haste flexível, algodão, bituca de cigarro, absorventes, preservativo ou embalagens, por exemplo, que acabam sendo descartados pela pia ou vaso sanitário, podem provocar transtornos tanto na rede de esgotamento sanitário doméstico quanto no encanamento interno dos imóveis. A correta destinação dos resíduos sólidos é uma grande aliada para o funcionamento do sistema de saneamento básico da cidade e uma atitude de respeito para com a sociedade e o meio ambiente”, finaliza o gestor.

Sobre a Águas Pontes Lacerda: Por meio de concessão plena com validade de 30 anos, a Águas Pontes Lacerda assumiu os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário no município em 2001. A empresa atende a cerca de 45 mil pessoas e tem como objetivo universalizar o acesso da população à água de qualidade e à coleta e tratamento de esgoto. Desde 2017, faz parte da Iguá Saneamento, companhia que está presente em 37 municípios brasileiros e que alcança 6 milhões de pessoas com o compromisso de ser a melhor empresa de saneamento para o Brasil.

 

Sobre a Iguá Saneamento: A Iguá é uma companhia de saneamento, controlada pela IG4 Capital, que atua no gerenciamento e na operação de sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, por intermédio de concessões e de parcerias público-privadas. Atualmente, está presente em 37 municípios de cinco estados brasileiros: Alagoas, Mato Grosso, Santa Catarina, São Paulo e Paraná, por meio de 18 operações que somadas beneficiam cerca de 6 milhões de pessoas. O alcance dos serviços prestados pela companhia a coloca entre os principais operadores privados do setor de saneamento do país. Em 2019, foi eleita pelo terceiro ano consecutivo uma ótima empresa para se trabalhar pela consultoria Great Place to Work (GPTW). Atualmente, emprega cerca de 1,5 mil pessoas. O nome Iguá é uma referência direta ao universo em que atua: em tupi-guarani, “ig” quer dizer água. www.iguasa.com.br.

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