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Saúde

SEGURANÇA AO CONSUMO HUMANO; Caixa d’água limpa é sinônimo de saúde

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Você está atento ao fato de que o reservatório de água na sua casa ou empresa precisa ser limpo a cada seis meses? Essa é a recomendação de especialistas, respaldada pelo Ministério da Saúde (MS). A primeira coisa que vem à cabeça ao abrir a torneira e se deparar eventualmente com um fluxo d’água aparentemente suja é a de que ela possa estar sendo tratada inadequadamente pela concessionária responsável. Algo que você deve lembrar de imediato é que água com coloração pode ser o primeiro sinal de que a vida útil da limpeza da caixa d’água já passou. A falta de manutenção regular nos reservatórios internos pode impactar diretamente na qualidade da água e, consequentemente, trazer sérios riscos à saúde.

A recomendação técnica é que as caixas d’águas sejam lavadas a cada seis meses, para que se evite a contaminação de doenças graves como leptospirose, cólera, diarreia e febre tifoide. Além disso, o reservatório deve estar sempre tampado para evitar ainda a proliferação do mosquito da dengue, o Aedes aegypti, assim como a entrada de outros insetos e animais. Mensalmente, a Águas Pontes e Lacerda, concessionária responsável pelos serviços de saneamento no município, realiza testes na à Estação de Tratamento de Água (ETA) e ao longo da rede para aferir, continuamente, a qualidade da água que chega até a casa do cliente. Somente no ano de 2018, foram realizados mais de 85 mil testes de caráter físico, químico e bacteriológico em amostras coletadas junto à ETA e cavaletes, que são os conectores da rede pública às chamadas economias, universo de unidades consumidoras existentes na cidade. Em 2019, já foram realizados, janeiro até o momento, 42.613 testes de qualidade.

“Nossos profissionais trabalham focados na garantia da qualidade tanto na prestação dos serviços quanto na entrega do produto vital, que é água, ao cliente. Nossa rotina inclui rigoroso processo de tratamento, com controle de qualidade a cada duas horas, no laboratório que opera na própria estrutura da ETA. Mas é importante que todos façam a sua parte. O cliente necessita cuidar, regularmente, das instalações hidráulicas de seu imóvel e adotar o hábito de fazer a limpeza da caixa d’água a cada seis meses”, observa o Coordenador Geral de Operações da Iguá MT, Guilherme Paladini de Souza, reforçando que a água da rede pública chega às residências e comércios com a quantidade de cloro adequada para que a qualidade seja mantida durante a reservação no imóvel do cliente.

Saiba como fazer a limpeza da caixa d’água de forma correta:

  1. Feche o registro e utilize toda a água da caixa d’água.
  2. Quando a caixa estiver quase vazia, feche a saída e utilize a água que restou para a limpeza da caixa e para que a sujeira não desça pelo cano.
  3. Esfregue as paredes e o fundo da caixa utilizando panos e escova macia ou esponja. Nunca use sabão, detergente ou outros produtos.
  4. Retire a água suja que restou da limpeza, usando balde e panos, deixando a caixa totalmente limpa.
  5. Deixe entrar água na caixa até encher e acrescente 1 litro de água sanitária (2,0% a 2,5%) para cada 1.000 litros de água.
  6. Aguarde por duas horas para desinfecção do reservatório.
  7. Esvazie a caixa. Esta água servirá para limpeza e desinfecção das canalizações e do domicílio.
  8. Tampe a caixa d’água para que não entrem pequenos animais ou insetos.
  9. Anote a data da limpeza do lado de fora da caixa.
  10. Finalmente abra a entrada de água. Programa-se para efetuar novamente a limpeza após seis meses. Muito bem! A sua caixa d’água está saneada, livre de contaminações. (Fonte: Ministério da Saúde)

Sobre a Águas Pontes e Lacerda –  A Águas Pontes e Lacerda começou a operar no município em 2017  e tem a responsabilidade de atender a uma população de 36 mil pessoas. O alcance de nossa prestação de serviços nos coloca entre os principais operadores privados do setor de saneamento no Brasil. A Águas Pontes e Lacerda faz parte da Iguá Saneamento, companhia que atende cerca de 6,6 milhões de clientes e está presente em cinco estados brasileiros, por meio de 18 operações. 

Sobre a Iguá – A Iguá é uma nova companhia de saneamento, controlada pela IG4 Capital, que atua no gerenciamento e na operação de sistemas de abastecimento de água e esgotamento sanitário, por intermédio de concessões e de parcerias público-privadas. Atualmente, está presente em cinco estados brasileiros: Alagoas, Mato Grosso, Santa Catarina, São Paulo e Paraná, por meio de 18 operações, que, somadas, beneficiam cerca de 6,6 milhões de pessoas. O alcance da prestação de serviços coloca a companhia entre os principais operadores privados do setor de saneamento no país. O nome Iguá é uma referência direta ao universo de atuação da companhia: em tupi-guarani, “ig” que dizer água.

FONTE: assessoria 

 

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Saúde

Campanha de Vacinação contra sarampo começa nesta segunda-feira (07)

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A Campanha Nacional de Vacinação contra o Sarampo começa nesta segunda-feira (07) em todos os postos de saúde do Brasil. Mato Grosso recebeu 35.000 mil doses para campanha que, neste ano, será dividida em duas etapas.

Na primeira fase, de 07 a 25 de outubro, crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade serão imunizadas; o “Dia D” de vacinação ocorrerá em 19 de outubro. Já na segunda etapa, prevista para iniciar em 18 de novembro, serão vacinados adultos de 20 a 29 anos que não estão com a caderneta de vacinação em dia.

“Até o momento, não há nenhum caso confirmado de sarampo em Mato Grosso, o último caso identificado foi há 19 anos. Por isso, nós conclamamos a população para a importância da vacinação contra o sarampo e contamos com o apoio dos profissionais da saúde para atingirmos maiores níveis de cobertura vacinal”, declarou o secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo.

A vacina para crianças de seis meses a menores de um ano não integrava o calendário básico de vacinação do país, mas, em decorrência de essa faixa-etária ser mais suscetível a casos graves e óbitos, foi necessária a ampliação do público-alvo como medida preventiva.

“Nesta primeira etapa, o que se pretende é buscar as crianças de 6 a 12 meses que não têm a vacina. Neste momento, foi estabelecida a vacinação para elas, justamente por apresentarem um agravamento quando adoecem”, ressalta a coordenadora de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), Alessandra Moraes.

Conforme explica a gestora, além das doses para a campanha, o Estado ainda conta com 40.000 doses para rotina. A vacina tríplice viral é a forma mais segura de prevenir o sarampo, protegendo também contra a rubéola e a caxumba. Contudo, a coordenadora destaca que está não é uma vacinação indiscriminada.

“É uma vacinação com avaliação do cartão vacinal, ou seja, os pais vão procurar a unidade de saúde e a unidade vai avaliar o cartão da criança. Se a criança já tiver tomado as duas doses, como preconizado, ela não vai precisar ser vacinada novamente, mas se ela recebeu somente uma dose ou nenhuma, vai ser necessário receber a vacina”, explica.

Dados de Sarampo

Nos últimos 90 dias, o Brasil registrou 5.404 casos confirmados de sarampo. Dos casos confirmados neste período, 97% (5.228) estão concentrados em 173 municípios do estado de São Paulo, principalmente na região metropolitana.

Os outros 176 casos foram registrados em 18 estados (RJ, MG, MA, PR, PI, SC, RS, CE, MS, PB, PE, PA, DF, RN, ES, GO, BA E SE). Os dados estão no novo boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, divulgado na última sexta-feira (04.10).

Mato Grosso não está no rol dos estados críticos, já que não registrou casos da doença nos últimos 19 anos. De acordo com Alessandra, de janeiro a setembro de 2019, foram registrados 12 casos suspeitos da doença, sendo descartados cinco por critério laboratorial.

Os sete restantes aguardam resultado dos exames enviados aos laboratórios competentes, que poderão confirmar ou não as suspeitas da doença. As medidas de bloqueio do sarampo também já foram tomadas por meio de aplicação da vacina.

Sobre o sarampo

O sarampo é uma doença viral altamente contagiosa, podendo evoluir para complicações graves e óbitos. A doença é transmitida por meio das secreções expelidas pelo doente ao falar, tossir e espirrar. O comportamento endêmico/epidêmico do sarampo varia de um local para outro e depende basicamente da relação entre o grau de imunidade e a suscetibilidade da população, bem como da circulação do vírus na área.

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