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Secretaria de Saúde esclarece sobre notícia falsa de caso do coronavírus em Mato Grosso

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES) esclarece que é falsa a notícia de que há um caso confirmado do novo coronavírus em Mato Grosso. A informação está circulando nas redes sociais, nesta quarta-feira (19.02), e ao clicar no link da suposta notícia, o internauta é levado à outra página.

Até o momento, o Ministério da Saúde não registrou nenhum caso confirmado da doença no país. Diante disso, a secretaria pede para a população não compartilhar informação sem antes checar a fonte da notícia.

As informações sobre o novo coronavírus podem ser acessadas no site do Ministério (https://saude.gov.br/). O Governo de Mato Grosso também disponibilizou uma página no site da SES (http://www.saude.mt.gov.br/informe/581) com várias orientações e ações realizadas pelo Estado com relação ao vírus.

O secretário de Estado de Saúde, Gilberto Figueiredo, alerta a população sobre o combate às falsas notícias, conhecidas como fake news. “Essas fake news são práticas de pessoas irresponsáveis cujo intuito é o de causar pânico à sociedade. Peço que as pessoas não pactuem dessa atitude e chequem a fonte antes de compartilhar determinadas mensagens”.

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Mães menores de idade podem pedir auxílio emergencial a partir de hoje

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A partir de hoje (30), as mães com menos de 18 anos podem pedir o auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras). A novidade está disponível na 16ª versão do aplicativo Caixa Auxílio Emergencial, que está sendo liberada hoje pela Caixa Econômica Federal.

Incluída pelo Congresso durante a tramitação da medida provisória que instituiu o benefício, a extensão do auxílio emergencial para mães menores de idade havia sido sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro no último dia 15. O cadastro no auxílio emergencial pode ser pedido até 3 de junho.

A vice-presidente de Tecnologia da Caixa, Tatiana Thomé, explicou como funcionará a novidade em entrevista coletiva hoje à tarde. A mãe menor de idade precisa cadastrar pelo menos dois membros da família (ela própria mais um filho, no mínimo). Caso a adolescente pertença a uma família maior, com algum membro que tenha se cadastrado no auxílio emergencial, precisará fazer o cadastro compatível com o do outro membro da família.

Mães grávidas não poderão fazer o cadastro porque o aplicativo pedirá o Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) do filho. O processo se dará de forma igual ao dos demais cadastramentos. Ao entrar no aplicativo, a mãe digitará nome completo, número do CPF, nome da mãe e data de nascimento, conforme constam nos cadastros da Receita Federal. O aplicativo oferece a opção “mãe desconhecida”, caso a requerente não conheça a mãe.

Finalizado o cadastro, os dados serão enviados à Dataprev, empresa estatal de tecnologia, que comparará as informações prestadas com as 17 bases de dados disponíveis para ver se o requerente cumpre as condições da lei para receber o auxílio emergencial. A usuária poderá acompanhar, no próprio aplicativo, se o benefício foi aprovado, negado ou se o cadastro foi considerado inconclusivo (quando as informações prestadas não conferem com os bancos de dados do governo).

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