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Mato Grosso

PRF intercepta 12 cargas de madeira ilegal em Mato Grosso; Confira os vídeos

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Nos primeiros nove dias de setembro, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Mato Grosso já apreendeu 319 m³ de madeira irregular, distribuídas em 12 cargas. No acumulado do ano, já são 3.057 m³.

As ações foram realizadas em diversas regiões do Estado em parceria com Instituto de Defesa Agropecuária do Estado do Mato Grosso (Indea/MT), Secretaria de Estado de Fazenda (Sefaz) e 2ª Companhia da Polícia Militar de Proteção Ambiental.

Em Barra do Garças, na BR-158, divisa com Goiás, na segunda-feira (09), os agentes apreenderam três carretas e um caminhão, totalizando 110 m³ de madeira irregular. Um bitrem estava carregado com 46m³ de castanheira, cujo corte e comercialização são proibidos por lei, pois a espécie corre risco de extinção. Ainda foram recolhidos uma carreta-baú com 25,51 m³ de produtos irregulares, outra carreta com mais 25,80 m³ e em um caminhão com 13 m³. As cargas saíram de Rondônia e iriam para Goiás e Distrito Federal.

Na BR-070, em Primavera do Leste, a 242 quilômetros de Cuiabá, três caminhões foram flagrados no transporte ilegal de 54,22 m³ de diversas espécies de madeira, entre elas, cedro amazonense, garapeira e castanheira. Um veículo iria de Rondônia para o Espírito Santo e os demais de Aripuanã/MT para Primavera do Leste.

Já região Sudeste de Mato Grosso, na BR-364 em Rondonópolis, foram parados dois caminhões. Um deles transportava 27,15 m3 de castanheira de Rondônia para o Paraná. O outro levava 13,04 m3 de madeira irregular de Aripuanã para Rondonópolis.

Em Várzea Grande, região metropolitana, foram retidas duas carretas com 50 m³ de madeira irregular, que saíram do Pará para Goiás.

O transporte irregular de madeira é crime ambiental. Não apenas quem transporta o produto é identificado nas ocorrências, mas também as madeireiras que comercializam. Todos poderão responder pelo crime.

FONTE: PRF

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Mato Grosso

Apartamento e casa de ex-governador de MT vão a leilão com lances iniciais de R$ 1,2 milhão e R$ 2,4 milhões

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Colocados em leilão, um apartamento e uma mansão do ex-governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, já estão abertos para lances. Na quarta-feira (18), a leiloeira, a serviço do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), divulgou fotos dos imóveis e abriu prazo para os lances, com valores iniciais de R$ 1.202 milhão e R$ 2.440 milhões, respectivamente.

Os imóveis estão entre os nove bens entregues à Justiça pelo ex-governador após acordo de delação premiada para restituir os cofres públicos. Juntos, eles estão avaliados em cerca de R$ 52 milhões.

O apartamento fica em um condomínio de luxo, no Bairro Jardim das Américas, em Cuiabá, próximo a um shopping.

Os lances foram ser feitos pelo site da leiloeira e também presencialmente.

O prazo máximo para habilitação eletrônica dos interessados termina no dia 14 de outubro, ou seja, 48 horas antes do encerramento do leilão presencial, que ocorrerá no dia 16 de outubro.

Para participar do leilão presencial não é necessário o cadastro prévio. Basta ir ao local do leilão, no dia e horário marcado pela Justiça, com documentos pessoais para pessoa física e contrato social com procuração assinada pela pessoa jurídica, e fazer o lance. Já o leilão eletrônico requer cadastro em até 48 horas antes do leilão.

A casa oferecida em leilão fica em Matupá, a 696 km de Cuiabá, e ocupa três terrenos. Antes se tornar deputado e governador, Silval Barbosa morava em Matupá. Em dezembro do ano passado, ele voltou para a cidade, depois de conseguir autorização da Justiça.

Os bens – entre apartamentos, terrenos e imóveis rurais –, ficam nos municípios de Cuiabá, Peixoto de Azevedo, Matupá e Chapada dos Guimarães.

O imóvel mais caro é uma fazenda, que fica no município de Peixoto de Azevedo, a 692 km de Cuiabá, no valor de R$ 33 milhões. A área rural tem 1.248.6647 hectares.

Condenação

O ex-governador foi condenado a 13 anos e sete meses de prisão por liderar uma organização criminosa que desviou mais de R$ 2,5 milhões dos cofres públicos por meio da concessão fraudulenta de incentivos fiscais a empresários por meio do Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic).

O crime, investigado na Operação Sodoma I, ocorreu durante a segunda gestão de Silval, entre os anos de 2011 e 2014.

Como confessou a participação no crime e firmou acordo de delação premiada com o Ministério Público Federal (MPF), Silval cumpre a pena em regime domiciliar diferenciado, não podendo se ausentar da sua residência sem autorização da Justiça e devendo ser submetido ao uso de tornozeleira eletrônica em tempo integral.

Silval teve a prisão domiciliar decretada mediante a entrega dos bens.

FONTE: G1

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