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IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO: Após cobrança de Moretto, Sema libera operação do Porto de Cáceres

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Porto Fluvial de Cáceres beneficia cidades das regiões Oeste e Sudoeste de Mato Grosso por meio da hidrovia Paraguai-Paraná. A licença de operação emitida pela Sema é válida até 2024.

A Secretária de Estado de Meio Ambiente (Sema) emitiu a “Licença de Operação” do Porto Fluvial de Cáceres (a 220 km de Cuiabá). Agora, o local passa ser um importante modal de transporte de cargas que e vai conectar cidades das regiões Oeste e Sudoeste de Mato Grosso com o mundo.

Em seu primeiro ano de mandato, o deputado Valmir Moretto (Republicanos) passou a organizar reuniões com o Governo do Estado para que o local fosse reativado. Para o deputado, o modal é uma importante alternativa para retomada da economia em MT, após a crise no novo coronavírus.

“A volta das operações do porto vai beneficiar todo Estado, pois liga Mato Grosso ao mundo por meio da Hidrovia Paraguai-Paraná. Após essa pandemia, o Estado vai precisar de alternativas para a retomada da economia e o Porto de Cáceres é um elemento importante para isso”, afirmou Moretto.

Em recente visita nas instalações, o presidente da Associação Pró Hidrovia do Rio Paraguai (APH), Reck Junior, agradeceu o empenho do deputado no diálogo com o Governo de Mato Grosso. “Agradeço todo o apoio, suporte e incentivo para que os trabalhos no Porto de Cáceres fossem retomados. O deputado foi um elo em toda essa comunicação para que tudo ocorresse dentro da normalidade”, disse.

A hidrovia

Dos 3.442 quilômetros de rota da Hidrovia Paraguai-Paraná, 890 km ficam dentro do Brasil, passando por Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. A rota tem Cáceres como um dos principais pontos, além dos portos da cidade de Rosário, na Argentina e de Nueva Palmira, no Uruguai – os quais têm capacidade de receber navios cargueiros, conectando a hidrovia com todo o planeta. A hidrovia ainda conecta os países da Bolívia e Paraguai.

Por Raul Bradock

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Política

Bolsonaro diz que auxílio emergencial deverá ter quarta parcela

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Live da Semana com Presidente Jair Bolsonaro – 28/05/2020

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira (28) que o governo deve propor uma quarta parcela do auxílio emergencial, atualmente em R$ 600, mas que o valor ainda está em estudo pelo governo, que poderá reduzi-lo.

“Nós já estudamos uma quarta parcela com o Paulo Guedes. Está definindo o valor, para ter uma transição gradativa e que a gente espera que a economia volte a funcionar”, afirmou o presidente durante sua live semanal, transmitida pelas redes sociais.

auxílio emergencial prevê o pagamento de três parcelas de R$ 600 para trabalhadores informais, integrantes do Bolsa Família e pessoas de baixa renda. De acordo com a Caixa Econômica Federal, cerca de 59 milhões de pessoas já receberam o benefício. Cada parcela do auxílio emergencial custa aos cofres públicas cerca de R$ 48 bilhões.

Mais cedo, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), defendeu a permanência por mais tempo do pagamento do auxílio emergencial, mantendo-se o valor de R$ 600.

Carteira verde e amarela

Bolsonaro disse que, após a pandemia da covid-19, uma das prioridades do governo, na área econômica, será a retomada do projeto da chamada Carteira de Trabalho Verde e Amarela, programa do governo que flexibiliza direitos trabalhistas como forma de facilitar novas contratações. Segundo o presidente, o assunto está sendo tratado com o ministro da Economia, Paulo Guedes.

“O Paulo Guedes quer dar uma flexibilizada para facilitar a empregabilidade. A gente vai precisar disso, não adianta falar que tem todos o direitos e não ter emprego pela frente. Só tem uma maneira: desonerar, descomplicar, simplificar a questão trabalhista”, afirmou.

A Medida Provisória 905, que criou o Programa Verde Amarelo, para facilitar a contratação de jovens entre 18 a 29 anos, perdeu a validade antes de ser aprovada pelo Congresso, em abril.

Privatizações

Sobre privatizações de estatais, o presidente disse que o governo esperar avançar com essa agenda após o fim da pandemia, mas ressaltou as dificuldades para aprovação no Parlamento.

“Estamos sim buscando privatizar muita coisa, mas não é fácil. Tem empresas que obrigatoriamente passam pelo Congresso, vai ter reação”, disse. Uma das empresas que Bolsonaro disse que será privatizada são os Correios.

Apesar de querer acelerar as privatizações, o presidente afirmou que algumas estatais, consideradas estratégicas, não vão ser vendidas, e citou nominalmente os casos do Banco do Brasil, da Caixa Econômica Federal, o “núcleo” da Petrobras e a Casa da Moeda.

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