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Cidades

Homem considerado chefe de assaltos a banco e empresário são executados em MT

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Lindomar Alves de Almeida, de 38 anos, conhecido como Nenezão, era considerado de alta periculosidade, suspeito também de ter cometido mais de 20 roubos a banco no estado, alguns deles na modalidade ‘Novo Cangaço’.

Um homem considerado chefe de assaltos a banco e um empresário foram executados na manhã desta sexta-feira (3) no Centro de Nobres, a 151 km de Cuiabá.

De acordo com a Polícia Militar, Lindomar Alves de Almeida, de 38 anos, conhecido como Nenezão, foi morto dentro de uma caminhonete na companhia de Geraldo Silveira de Souza Júnior, de 36 anos.

O crime ocorreu por volta de 10h (horário de Mato Grosso) na Rua Cuiabá.

Testemunhas disseram à PM que as vítimas estavam em uma Hillux que foi abordada por dois homens encapuzados. Eles estariam com armas longas e dispararam contra os ocupantes da caminhonete.

Lindomar não resistiu e morreu no local. Geraldo ainda foi socorrido por uma ambulância até o hospital da cidade, mas também faleceu em seguida.

Os dois moravam na cidade. A polícia foi chamada, fez rondas, mas os suspeitos não foram localizados.

Lindomar era monitorado por tornozeleira eletrônica.

A Polícia Civil informou ao G1 que trabalha com a hipótese de execução. Nenhum objeto de valor foi levado das vítimas.

Em 2012, criminosos explodiram cofre de carro-forte usando explosivos, segundo a polícia — Foto: Thielli Bairros

Em 2012, criminosos explodiram cofre de carro-forte usando explosivos, segundo a polícia — Foto: Thielli Bairros

Os corpos foram enviados ao Instituto Médico Legal (IML) de Cuiabá.

‘Nenezão’

Considerado de alta periculosidade, Lindomar era suspeito também de ter cometido mais de 20 roubos a banco no estado, alguns deles na modalidade ‘Novo Cangaço’ – quando os assaltantes fazem as vítimas de escudo humano para cometer crimes. Ele respondia a diversos processos na Justiça.

Ele já foi acusado de ter mandado explodir um carro-forte, seguido do roubo de R$ 1,5 milhão do veículo, no ano de 2012 na BR-364, em Mato Grosso. No entanto, acabou absolvido.

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Cidades

Ministério Público multa município de Jauru em R$ 5 milhões por descumpri acordo

Publicado

por ANA LUÍZA ANACHE

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020, 15h26

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A Promotoria de Justiça de Jauru (a 425km de Cuiabá) ajuizou ação de execução de título extrajudicial contra o Município de Jauru, por descumprimento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) referente ao depósito irregular de resíduos sólidos. O Ministério Público requer o pagamento de aproximadamente R$ 5 milhões como multa. 

Conforme o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos, o descumprimento das obrigações assumidas importaram na obrigação do Município em pagar a quantia de R$ 2 mil por dia de descumprimento. “Considerando o termo inicial em 01/03/2013 e o termo final 10/01/2020, resultou no valor total de multa de R$ 5.012.000,00”, explicou. 

O município não cumpriu com as obrigações de: 1) no prazo de 10 meses, deixar de utilizar área onde procedia o depósito irregular dos resíduos sólidos (“lixão”), bem como, de qualquer outra área, pública ou privada, não licenciada ambientalmente; 2) em três meses, contratar profissionais técnicos habilitados para apresentarem plano de recuperação ambiental da área do “lixão”; 3) no primeiro trimestre de 2013, iniciar a execução do projeto de recuperação ambiental da referida área.

Ainda segundo o promotor de Justiça, venceu em 2 de agosto de 2014 o prazo para os municípios brasileiros implantarem a disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, conforme o artigo 54 da Lei 12.305/2010 – Política Nacional de Resíduos Sólidos. 

“O Município de Jauru alega dificuldades financeiras para cumprir a obrigação legal, todavia, já por duas vezes (2018 e 2019) fora remetido Projeto de Lei à Câmara de Vereadores para instituir a taxa de coleta de lixo, que supostamente cobriria essas despesas. Ocorre que o projeto foi rejeitado nas duas ocasiões”, contou Daniel Luiz dos Santos. 

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