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Economia

Governo quer mais pesquisa em mineração e energia

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Os ministérios de Minas e Energia (MME) e da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) preparam estratégias integradas para estimular a pesquisa e o desenvolvimento de tecnologias para mineração, energia elétrica e produção de petróleo, gás e biocombustível.

Os ministros titulares das pastas, Bento Albuquerque (MME) e Marcos Cesar Pontes (MCTIC), assinaram nesta quinta-feira (12), em Brasília, portaria conjunta criando um grupo de trabalho interministerial que, nos próximos 45 dias, deverá elaborar plano e propor medidas administrativas e legais para viabilizar a aproximação entre os setores de mineração e de energia dos centros de pesquisa.

“O MCTIC sabe onde estão os melhores laboratórios, os melhores centros de pesquisa para esse desenvolvimento”, afirmou Bento Albuquerque ao falar sobre a parceria. “Estamos no ministério que sabe muito bem todo o potencial que o país tem de transformar toda riqueza natural em bens e qualidade de vida”, acrescentou Marcos Pontes.

De acordo com Albuquerque, há recursos para incrementar as pesquisas nos setores de mineração e energia. “Falta de recursos não há, o que falta é governança. Existem recursos e estão dispersos, são dissociados dos resultados que eles poderiam proporcionar e, muitas vezes, não são aplicados. Ficam aguardando os projetos serem viabilizados.”

Durante a cerimônia de assinatura da portaria, Albuquerque enfatizou que as agências reguladoras dispõem de recursos para pesquisa, arrecadados juntos às empresas, e que não estão sendo utilizados. Só no caso da Agência Nacional do Petróleo, dos R$ 16 bilhões disponíveis, só apenas R$ 6 bilhões foram gastos.

O objetivo do ministro é sofisticar as cadeias produtivas e agregar valor, por exemplo, na transformação de commodities (produtos primários negociados em mercados internacionais) minerais. “Nós somos exportadores de commodities e não conseguimos agregar valor. Isso só será feito pela ciência e tecnologia”, afirmou.

Edição: Nádia Franco

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Economia

Caixa paga R$ 300 a 1,6 milhão beneficiários do Bolsa Família

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A Caixa realiza hoje (24) o pagamento de R$ 428,2 milhões referente à primeira parcela do auxílio emergencial residual para 1,6 milhão de beneficiários do Bolsa Família com final  6 do Número de Identificação Social (NIS).

Com mais esse pagamento, foram liberados até hoje R$ 2,5 bilhões da primeira parcela do auxílio emergencial residual para 9,6 milhões de pessoas que atendidas pelo Bolsa Família. Ao todo, mais de 16,3 milhões de pessoas cadastradas no programa foram consideradas elegíveis e receberão, no total, R$ 4,3 bilhões durante o mês de setembro.

Critérios

Para quem recebe o Bolsa Família nada muda. O recebimento do Auxílio Emergencial Extensão atende aos mesmos critérios e datas do benefício regular, permitindo a utilização do cartão nos canais de Autoatendimento, Unidades Lotéricas e Correspondentes Caixa Aqui; ou por crédito na conta Caixa Fácil.

Para o pagamento do Auxílio Emergencial Extensão, os beneficiários do Bolsa Família tiveram avaliação de elegibilidade realizada pelo Ministério da Cidadania – conforme Medida Provisória nº 1.000, de 2 de setembro de 2020 – e recebem o valor do Programa Bolsa Família complementado pela extensão do auxílio emergencial totalizando R$ 300 ou R$ 600, no caso de mulher provedora de família monoparental.

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