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Governo cria protocolos para frigoríficos atuarem durante a pandemia

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Deve ser publicado até amanhã (27) a portaria e a instrução normativa estabelecendo os cuidados que frigoríficos devem manter quanto à covid-19. As regras serão obrigatórias e foram elaboradas em conjunto pelos ministérios da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e da Saúde e a Secretaria de Trabalho e Emprego do Ministério da Economia, com a participação da Procuradoria-Geral do Trabalho.

O anúncio foi feito pela ministra da Agricultura, Tereza Cristina, em audiência virtual à Comissão Externa do Coronavírus da Câmara dos Deputados.

Em menos de um mês, é a segunda vez que o governo se dirige ao setor produtivo de proteína animal por causa da pandemia. No dia 11 de maio, o Mapa publicou o Manual com orientações para frigoríficos em razão da pandemia da Covid-19. As 70 medidas descritas no manual são facultativas.

De acordo com o Mapa, o Brasil tem conseguido ampliar o mercado para proteína animal apesar da pandemia. Ontem (25), o governo comemorou a decisão da Tailândia de abrir seu mercado para carne bovina com osso, carne desossada e miúdos comestíveis de bovino. Cinco estabelecimentos frigoríficos já foram aprovados para exportar.

Nas contas do ministério, mais de 60 mercados externos foram abertos para os produtos agropecuários brasileiros desde janeiro de 2019, o que totaliza mais de 700 habilitações para venda de produtos da cadeia do agronegócio.

Por Agencia Brasil

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Nuvem de gafanhotos: governo declara emergência fitossanitária

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento declarou estado de emergência fitossanitária no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina devido ao risco de surto da praga Schistocerca cancellata nas áreas produtoras dos dois estados. A portaria com a medida está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (25).

O estado de emergência tem por objetivo permitir a implementação de plano de supressão da praga e adoção de medidas emergenciais. De acordo com o ministério, a emergência fitossanitária é por um prazo de 1 ano.

A nuvem de gafanhotos está a cerca de 250 quilômetros da fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina. A preocupação das autoridades do setor agropecuário e de produtores rurais é o dano que os insetos possam causar às lavouras e pastagens, se houver infestação.

A dieta do inseto varia, conforme a espécie, entre folhas, cereais, capins e outras gramíneas. Segundo informações repassadas à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul, a nuvem é originária do Paraguai, das províncias de Formosa e Chaco, onde há culturas de cana-de-açúcar, mandioca e milho.

Em nota, o minstério informou que está acompanhando o fenômeno em tempo real e que “emitiu alerta para as superintendências federais de Agricultura e aos órgãos estaduais de Defesa Agropecuária para que sejam tomadas medidas cabíveis de monitoramento e orientação aos agricultores da região.

De acordo com a pasta, especialistas argentinos estimam que os insetos sigam em direção ao Uruguai. A ocorrência e o deslocamento da nuvem de gafanhotos são influenciados pela temperatura e circulação dos ventos.

O fenômeno é mais comum com temperatura elevada. Segundo o setor de Meteorologia da secretaria gaúcha, há expectativa de aproximação de uma frente fria pelo sul do estado, que deve intensificar os ventos de norte e noroeste, “potencializando o deslocamento do massivo para a Fronteira Oeste, Missões e Médio e Alto Vale do Rio Uruguai”.

A nota diz ainda que o gafanhoto está presente no Brasil desde o século 19 e que causou grandes perdas às lavouras de arroz na Região Sul no período de 1930 a 1940. “No entanto, desde então, tem permanecido na sua fase ‘isolada’, que não causa danos às lavouras.”

O ministério informa que especialistas estão avaliando “os fatores que levaram ao ressurgimento desta praga em sua fase mais agressiva” e que o fenômeno pode estar relacionado a uma conjunção de fatores climáticos.

A Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul orienta os produtores rurais gaúchos a informar a Inspetoria de Defesa Agropecuária da sua localidade se identificar a presença de tais insetos em grande quantidade.

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