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Cidades

Descarga elétrica mata 40 cabeças de gado em MT

Publicado

Uma descarga elétrica matou 40 cabeças de gado em uma fazenda de Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá, nessa segunda-feira (9). A propriedade fica na MT-480, a 30 km da cidade.

Segundo os moradores, o isolador da rede de energia estourou e o cabo de alta-tensão encostou no poste.

O incidente teria provocado um curto-circuito que energizou o solo.

Morreram 28 vacas e 12 bezerros que estavam perto.

Os animais foram enterrados em uma vala porque em casos assim a carne não pode ser consumida

A assessoria da Energisa disse que vai enviar uma equipe ao local e que está levantando mais informações sobre o caso.

A Energisa explica que no caso de ressarcimento por danos causados pela rede elétrica, o cliente deve entrar em contato com a empresa pelos canais de atendimento, como as agências e o call center (0800 646 4196), e solicitar o ressarcimento.

O pedido é submetido à análise da concessionária, que é feita de acordo com as regulamentações vigentes. É importante que o solicitante seja o titular da fatura e que o cliente tenha meios de comprovar as perdas/danos.

por G1 MT

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Cidades

Ministério Público multa município de Jauru em R$ 5 milhões por descumpri acordo

Publicado

por ANA LUÍZA ANACHE

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020, 15h26

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A Promotoria de Justiça de Jauru (a 425km de Cuiabá) ajuizou ação de execução de título extrajudicial contra o Município de Jauru, por descumprimento de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) referente ao depósito irregular de resíduos sólidos. O Ministério Público requer o pagamento de aproximadamente R$ 5 milhões como multa. 

Conforme o promotor de Justiça Daniel Luiz dos Santos, o descumprimento das obrigações assumidas importaram na obrigação do Município em pagar a quantia de R$ 2 mil por dia de descumprimento. “Considerando o termo inicial em 01/03/2013 e o termo final 10/01/2020, resultou no valor total de multa de R$ 5.012.000,00”, explicou. 

O município não cumpriu com as obrigações de: 1) no prazo de 10 meses, deixar de utilizar área onde procedia o depósito irregular dos resíduos sólidos (“lixão”), bem como, de qualquer outra área, pública ou privada, não licenciada ambientalmente; 2) em três meses, contratar profissionais técnicos habilitados para apresentarem plano de recuperação ambiental da área do “lixão”; 3) no primeiro trimestre de 2013, iniciar a execução do projeto de recuperação ambiental da referida área.

Ainda segundo o promotor de Justiça, venceu em 2 de agosto de 2014 o prazo para os municípios brasileiros implantarem a disposição final ambientalmente adequada dos rejeitos, conforme o artigo 54 da Lei 12.305/2010 – Política Nacional de Resíduos Sólidos. 

“O Município de Jauru alega dificuldades financeiras para cumprir a obrigação legal, todavia, já por duas vezes (2018 e 2019) fora remetido Projeto de Lei à Câmara de Vereadores para instituir a taxa de coleta de lixo, que supostamente cobriria essas despesas. Ocorre que o projeto foi rejeitado nas duas ocasiões”, contou Daniel Luiz dos Santos. 

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