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Controle emocional é tema de palestra com Augusto Cury; Saúde mental em tempos de quarentena

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Você controla suas emoções ou elas te controlam? Saiba como superar a ansiedade, as preocupações e o medo em meio a qualquer crise, especialmente neste momento de pandemia, com o psiquiatra, professor e escritor Augusto Cury, na palestra ‘Como administrar suas emoções num período de tantas incertezas’ (Assista – Aqui).  O evento, que ocorre nesta quinta-feira (28.05), às 19h, encerra a programação digital da Semana da Indústria, realizada pelo Sistema da Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (SFiemt).

 “Em um momento de reclusão e de grandes desafios para todos, a capacidade de gerir as próprias emoções e de nutrir relações saudáveis se tornou mais importante do que nunca. Inteligência emocional é alicerce e gestão da emoção é edifício”, afirma o palestrante, ressaltando que os comportamentos de uma pessoa que não consegue gerenciar as emoções, levam ao esgotamento.

O presidente do Sistema Fiemt, Gustavo de Oliveira, será o mediador da conversa, que contará com as participações do conselheiro do Senai MT Manoel de Souza e do superintendente Regional do Trabalho em Mato Grosso, Eduardo Maria de Souza..

“Encerramos a Semana da Indústria com um tema muito caro a todos nós. Prestar atenção nos nossos pensamentos e sentimentos é imprescindível para termos mais qualidade de vida. É preciso focarmos naquilo que é verdadeiramente importante, para nossa saúde e equilíbrio”.

De acordo com Oliveira, durante quatro dias, o evento percorreu todas as áreas-chaves de conhecimentos que os empresários precisam saber e dominar para manobrarem suas empresas na crise.

“Tratamos de comportamento do consumidor, de gestão de pessoas e sentimentos. Colocamos à disposição do público, de forma inovadora, com transmissões ao vivo e online, as melhores experiências mundiais em gestão e destacamos a intensificação do uso da tecnologia pela sociedade”, lembra.

Oportunidade

Ainda pensado em ajudar os mato-grossenses a superar esse momento de adversidade, o Serviço Social da Indústria (Sesi MT) se uniu ao Instituto Augusto Cury para oferecer o curso  Combatendo a Ansiedade – Programa de gestão da emoção.

Com aulas online e carga horária de 36 horas, o curso é destinado aos trabalhadores das indústrias do estado e funcionários do Sistema Fiemt e seus dependentes.  As inscrições são gratuitas e devem ser efetuadas pela internet (Clique Aqui).

Ao todo são 12 módulos que incluem temas como Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA), diferença entre estresse e ansiedade, vício em tecnologia digital, técnicas de gerenciamento de SPA e mentes inquietas, entre outros.

“O aluno aprenderá a identificar e filtrar o excesso de estímulos estressantes em seu dia a dia, entender como funcionam os bastidores da sua mente e o impacto disso nas decisões diárias e descobrir como desacelerar sua mente e proporcionar mais qualidade de vida ao aluno e a todos ao seu redor”, explica a superintendente regional do Sesi MT, Lélia Brun.

Segundo ela, o programa inclui aulas em vídeo do Dr. Augusto Cury, para assistir quando e onde quiser; áudios das aulas; exercícios para facilitar os estudos; apostilas, materiais extras e complementares em formato digital. “Nossa intenção é oferecer um programa que desenvolva mais qualidade de vida e autoconhecimento aos trabalhadores. Nosso objetivo é apoiá-los e motivá-los para enfrentar esse momento difícil pelo qual estamos passando”, conclui.

Sobre Augusto Cury

Augusto Cury é um psiquiatra, professor e escritor brasileiro. É autor da Teoria da Inteligência Multifocal e seus livros foram publicados em mais de 70 países, com mais de 25 milhões de exemplares vendidos somente no Brasil.

É criador da Escola da Inteligência, programa educacional que desenvolve a educação socioemocional dos estudantes, da saúde psicossocial
e da construção de relações saudáveis – metodologia implantada na rede de ensino do Sesi Escola em Mato Grosso, desde 2018.  

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Nuvem de gafanhotos: governo declara emergência fitossanitária

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O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento declarou estado de emergência fitossanitária no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina devido ao risco de surto da praga Schistocerca cancellata nas áreas produtoras dos dois estados. A portaria com a medida está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (25).

O estado de emergência tem por objetivo permitir a implementação de plano de supressão da praga e adoção de medidas emergenciais. De acordo com o ministério, a emergência fitossanitária é por um prazo de 1 ano.

A nuvem de gafanhotos está a cerca de 250 quilômetros da fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina. A preocupação das autoridades do setor agropecuário e de produtores rurais é o dano que os insetos possam causar às lavouras e pastagens, se houver infestação.

A dieta do inseto varia, conforme a espécie, entre folhas, cereais, capins e outras gramíneas. Segundo informações repassadas à Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural do Rio Grande do Sul, a nuvem é originária do Paraguai, das províncias de Formosa e Chaco, onde há culturas de cana-de-açúcar, mandioca e milho.

Em nota, o minstério informou que está acompanhando o fenômeno em tempo real e que “emitiu alerta para as superintendências federais de Agricultura e aos órgãos estaduais de Defesa Agropecuária para que sejam tomadas medidas cabíveis de monitoramento e orientação aos agricultores da região.

De acordo com a pasta, especialistas argentinos estimam que os insetos sigam em direção ao Uruguai. A ocorrência e o deslocamento da nuvem de gafanhotos são influenciados pela temperatura e circulação dos ventos.

O fenômeno é mais comum com temperatura elevada. Segundo o setor de Meteorologia da secretaria gaúcha, há expectativa de aproximação de uma frente fria pelo sul do estado, que deve intensificar os ventos de norte e noroeste, “potencializando o deslocamento do massivo para a Fronteira Oeste, Missões e Médio e Alto Vale do Rio Uruguai”.

A nota diz ainda que o gafanhoto está presente no Brasil desde o século 19 e que causou grandes perdas às lavouras de arroz na Região Sul no período de 1930 a 1940. “No entanto, desde então, tem permanecido na sua fase ‘isolada’, que não causa danos às lavouras.”

O ministério informa que especialistas estão avaliando “os fatores que levaram ao ressurgimento desta praga em sua fase mais agressiva” e que o fenômeno pode estar relacionado a uma conjunção de fatores climáticos.

A Secretaria de Agricultura do Rio Grande do Sul orienta os produtores rurais gaúchos a informar a Inspetoria de Defesa Agropecuária da sua localidade se identificar a presença de tais insetos em grande quantidade.

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