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Cataratas do Iguaçu celebra 8º ano como uma das Maravilhas da Natureza

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O Parque Nacional do Iguaçu realiza neste domingo (10) o Cataratas Day, evento comemorativo dos oito da eleição das Cataratas de Iguaçu como uma das 7 Maravilhas da Natureza. Para celebrar a data, o Parque convida visitantes e turistas a publicarem selfies nas redes sociais com hashtag #cataratasday2019.

Segundo o secretário de Turismo de Foz do Iguaçu (PR), Gilmar Piolla, a ação é uma ferramenta muito importante de divulgação do destino turístico.

Para o casal Milena e Luís Henrique Ferroni, que visitaram as Cataratas do Iguaçu pela primeira vez na última quinta-feira (7), a motivação em participar vem da beleza do lugar. “Eu já postei algumas fotos, mas com aquela paisagem incrível tem muitos outros ângulos para mostrar. É um lugar que você não cansa de olhar e se surpreender”, diz a jornalista.

A escolha como destino para as férias do casal foi motivada por fotos de outras pessoas conhecidas. “A minha irmã veio em junho e fez uma foto em que aparecia as cataratas com um arco-íris. A gente não teve a mesma sorte, mas é só uma motivação para voltar outras vezes em épocas diferentes do ano”, diz Milena.

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As 275 quedas de água com diferentes alturas, que chegam a ultrapassar 80 metros, chamam tanto a atenção de turistas que coloca o Parque Nacional do Iguaçu como o segundo mais visitado do Brasil . Em 2018, o local recebeu quase 2 milhões de visitantes, no lado brasileiro, e 1,5 milhão, no lado argentino.

O reflexo das belas imagens registradas na memória dos visitantes e nas fotografias amplamente divulgadas pelo mundo levaram à escolha das Cataratas de Iguaçu como uma das 7 Maravilhas da Natureza, em uma votação global que durou quatro anos (2007 a 2011) e recebeu mais de 500 milhões de votos.

Amazônia

Além das Cataratas, a Amazônia, com parte de seu território no Brasil, também está entre os sete lugares em que a natureza caprichou na paisagem. Completam a lista a Baía Halong, no Vietnã; a Ilha Jeju, na Coreia do Sul; a Ilha Komodo, na Indonésia; o Rio Subterrâneo de Porto Princesa, nas Filipinas; e a Montanha da Mesa, na África do Sul.

Cataratas Day

No Brasil, o Cataratas Day começou a ser celebrado em 2014 e nesta 5ª edição, além da ação de comunicação, o Parque disponibilizará 60 ônibus e a entrada gratuita para moradores de Foz do Iguaçu e municípios da região. Haverá ainda um passeio ciclístico que sairá do estacionamento do Centro de Recepção do Visitante, às 7h.

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“Ano passado recebemos quase 10 mil visitantes no dia, sem contar as postagens de fotos e vídeos dessa experiência em todos os cantos do mundo. Este ano esperamos receber 15 mil pessoas”, conclui Gilmar Piolla.

Edição: Nélio de Andrade
Fonte: EBC Geral

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Rio de Janeiro vai ganhar Centro Cultural da Herança Africana

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O  Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) publicou hoje (21), edital de licitação para contratação do projeto executivo de restauro e adequação das Docas Dom Pedro II, que passará a integrar o circuito conhecido como Pequena África. Localizado na zona portuária do Rio de Janeiro, este é um lugar simbólico da herança afro-brasileira por ter sido ponto de desembarque dos escravos no Porto do Rio.

No local vai funcionar o Centro de Interpretação do Cais do Valongo e o centro cultural dedicado à herança africana, sob a gestão da Fundação Palmares. No local vai funcionar também o Laboratório Aberto de Arqueologia Urbana (Laau), centro de referência ligado ao Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH), da prefeitura do Rio de Janeiro. O laboratório abriga cerca de 1,5 milhão de artefatos encontrados durante as escavações do sítio.   

O espaço de dois andares e 14 mil metros quadrados terá investimento de R$ 2 milhões. O imóvel, atualmente ocupado pela ONG Ação da Cidadania, pertence à União. A ONG firmou acordo e será transferida para o Galpão da Gamboa, de propriedade da prefeitura.  

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De acordo com o superintendente do Iphan no Rio de Janeiro, Manoel Vieira, este “será o primeiro centro de interpretação no estado. O conceito fundamental é funcionar como espaço de acolhimento e recepção de turistas e visitantes, com informações sobre patrimônio e turismo, e os valores culturais preservados no Cais do Valongo. O antigo prédio das Docas Pedro II se demonstra o espaço mais adequado, por dialogar com o sítio sensível”. 

Descoberta

O sítio arqueológico do Cais do Valongo foi revelado em 2011, em meio às obras da zona portuária do Rio de Janeiro, durante o processo de licenciamento ambiental com participação do Iphan. É o único vestígio material da chegada dos africanos escravizados no Brasil. Foi o maior porto de desembarque do tráfico negreiro nas Américas, por onde passaram cerca de um milhão de escravos, somente no século XIX. Lugar de memória de uma história que a humanidade não pode esquecer, foi reconhecido pela Unesco como Patrimônio Mundial em 2017.  

Docas Dom Pedro II

O edifício das antigas Docas Dom Pedro II integra a região atualmente conhecida como Pequena África, roteiro na região portuária do Rio de Janeiro, com lugares históricos que marcam a Diáspora Africana no Brasil. O local é espaço simbólico para a comunidade afrodescendente que, rapidamente, após a realização das pesquisas arqueológicas, converteu o local em símbolo da luta pela afirmação de sua identidade e de sua história. 

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Ações de conservação

A conservação do Cais do Valongo é parte do plano desenvolvido pelo governo brasileiro para valorizar o reconhecimento mundial, conferido pela Unesco. Além do restauro das ruínas, haverá a construção de um museu a céu aberto ao redor do sítio arqueológico. O local receberá iluminação cênica, sinalização direcional e sistema de segurança por câmeras.  

As obras ao redor do Valongo, já iniciadas, são executadas pelo Instituto de Desenvolvimento e Gestão (IDG), com a assessoria técnica do Iphan, contando com investimentos de R$ 2,1 milhões do consulado dos EUA e outros R$ 2,1 milhões da empresa chinesa State Grid Brazil Holding.

Edição: Aline Leal
Fonte: EBC Geral

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