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Pontes e Lacerda

Autor de latrocínio que vitimou idoso na Paraíba tem prisão cumprida em Pontes e Lacerda

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Civil de Mato Grosso por meio da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol) com apoio das Delegacias Regional e Municipal de Pontes e Lacerda (500 km ao Norte de Cuiabá), prendeu o autor do latrocínio que vitimou um idoso no estado da Paraíba.

A prisão do suspeito aconteceu após a equipe da Polínter ser acionada por Policiais de Riachão do Bacamarte (PB), distante 100 quilômetros da capital João Pessoa, que solicitaram apoio para localizar e prender o procurado da justiça, que estaria em Cuiabá.

O garimpeiro, Wilson Pereira dos Santos, 49, foi apontado nas investigações como autor de um crime de roubo seguido de morte (latrocínio) que vitimou o idoso, Everaldo Martins de Souza, de 68 anos, no dia 28 de novembro, na região do semiárido no agreste paraibano.

Com as informações repassadas ao Núclio de Inteligência da Polinter, os policiais prosseguiram com as investigações e empreenderam diligências nos prováveis endereços onde poderia ser encontrado o garimpeiro.

Após os levantamentos preliminares, os policiais da Polinter concluíram que o procurado não estava mais em Cuiabá e portanto, e muito provavelmente teria se evadido para o interior do estado se refugiando no município de Pontes e Lacerda.

Com base no levantamento de dados, o Núcleo de Inteligência da Polinter descobriu o paradeiro do procurado na cidade de Pontes e Lacerda, entrando em contato com a Delegacia Regional, que por sua vez acionou os policiais Delegacia do município.

Em posse das informações repassadas, os investigadores diligenciaram incansavelmente até encontrar o suspeito, nesta quarta-feira (04.12), no município, ocasião em que foi dado cumprimento a ordem de prisão contra o procurado.

 

Fonte: PJC MT

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Pontes e Lacerda

Melhor brasileiro na Corrida de Reis, Wendel Jerônimo de Pontes e Lacerda comemora pódio

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O atleta de 28 anos de Pontes e Lacerda, interior de Mato Grosso, foi mais uma vez o destaque brasileiro em uma das maiores corridas de rua do país. Wendel citou estratégia dos africanos

Wendel Jerônimo Souza confirmou o favoritismo entre os brasileiros na 36ª edição da Corrida de Reis. O mato-grossense de 28 anos, de Pontes e Lacerda – 440 km de Cuiabá -, terminou a prova em 4º lugar com 30 minutos e 16 segundos. Apenas 49 segundos atrás do vencedor Geofry Kipchumba, do Quênia. Wendel citou o momento mais difícil da corrida e quando perdeu contato com os líderes.

Wendel Jerônimo terminou em 4º lugar na Corrida de Reis 2020 — Foto: Reprodução/TVCA

Wendel Jerônimo terminou em 4º lugar na Corrida de Reis 2020 — Foto: Reprodução/TVCA

O atleta mato-grossense ficou conhecido em 2015 após sair do pelotão geral e chegou em 4º lugar. A partir deste feito, Wendel sempre participou da Corrida de Reis.

– Hoje eu consegui pela quarta vez subir no pódio e privilegiado por ser o melhor mato-grossense e melhor brasileiro, atleta de Pontes e Lacerda, representando nosso estado. Sabemos que a prova não é fácil, por ser internacional, nível avançado. Vem atleta africanos, fora os brasileiros que sempre lutam ali na frente também – afirmou Wendel logo depois da prova.

Em boa fase, Wendel foi o 12º colocado na última Corrida de São Silvestre, em São Paulo. Ele foi o 2º melhor entre os brasileiros na principal corrida de rua do país, em Dezembro.

Em 2020, a Corrida de Reis teve mudança de percurso em função de obras de mobilidade urbana próximo a ponte Sérgio Motta. Wendel falou sobre o novo percurso e onde ele perdeu contato com os líderes para poder chegar na reta final com chances de vitória.

— Eu gostei desse percurso, porque judia menos dos atletas. É mais rápido. Eu sabia que o campeão iria correr na casa dos 29 segundos, e que 30 minutos eu estaria entre os cinco primeiros. O momento mais difícil pra mim foi no quilômetro seis, que pegamos uma subida, eles fizeram jogo de equipe, usaram a estratégia, e eu não consegui manter meu ritmo. Mas mesmo assim consegui me manter no bloco da frente – explicou Wendel.

Por Olímpio Vasconcelos | GE MT

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