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Pontes e Lacerda

Apoena fornece mudas para recuperação de áreas; Empresa apoia iniciativas de revegetação e educação ambiental promovidas pelo Lions Clube e a Rádio Conti em Pontes e Lacerda

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Pontes e Lacerda, 10 de outubro de 2019 – Nesta tarde, a equipe de Meio Ambiente da Apoena entregou 600 mudas aos representantes do Lions Clube e da Rádio Conti. As espécies nativas serão utilizadas na recuperação das margens do rio Guaporé e na ação de educação ambiental promovida pelo veículo de comunicação no evento em comemoração ao Dia das Crianças, no qual os pais receberão as mudas para que realizem o plantio com os seus filhos. Este é o segundo ano da parceria.

“Em 2018, recuperamos as margens do córrego Buriti e agora será a vez de beneficiar o rio Guaporé, símbolo de nossa região. Agradecemos o apoio da mineradora e esperamos seguir com esta parceria por muitos e muitos anos. Que iniciativas como esta se multipliquem”, declara Lellis Cardoso, responsável pelo Projeto Meio Ambiente do Lions Clube.

Por meio do programa Mina Aberta, de visita à unidade Ernesto, a empresa também incentiva a preservação do meio ambiente. Os visitantes, adolescentes e adultos, conhecem o viveiro e podem levar uma planta para casa. A mineradora realiza ações semelhantes, com palestra e plantio, em escolas municipais, principalmente no Dia Mundial do Meio Ambiente e da Árvore. Para solicitar a atividade, envie um ofício para faleconosco@mineracaoapoena.com.br.

“Preservamos o meio ambiente todos os dias e incentivamos que a população faça o mesmo. No ano passado, por exemplo, cultivamos mais de 36 mil mudas. Recuperamos áreas dentro e fora da empresa, além de realizar o plantio em escolas como parte do nosso programa de educação ambiental. Em 2018, recuperamos 43 hectares na Apoena. Além das espécies nativas, fornecemos adubo orgânico para instituições que têm projetos de horta para fins solidários, como o Centro de Detenção Provisória de Pontes e Lacerda, que destina parte da produção ao Lar dos Idosos, Hospital Vale do Guaporé e escolas”, enfatiza Jorge Camargo, Gerente-Geral da Apoena.

Por Assessoria

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Pontes e Lacerda

Melhor brasileiro na Corrida de Reis, Wendel Jerônimo de Pontes e Lacerda comemora pódio

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O atleta de 28 anos de Pontes e Lacerda, interior de Mato Grosso, foi mais uma vez o destaque brasileiro em uma das maiores corridas de rua do país. Wendel citou estratégia dos africanos

Wendel Jerônimo Souza confirmou o favoritismo entre os brasileiros na 36ª edição da Corrida de Reis. O mato-grossense de 28 anos, de Pontes e Lacerda – 440 km de Cuiabá -, terminou a prova em 4º lugar com 30 minutos e 16 segundos. Apenas 49 segundos atrás do vencedor Geofry Kipchumba, do Quênia. Wendel citou o momento mais difícil da corrida e quando perdeu contato com os líderes.

Wendel Jerônimo terminou em 4º lugar na Corrida de Reis 2020 — Foto: Reprodução/TVCA

Wendel Jerônimo terminou em 4º lugar na Corrida de Reis 2020 — Foto: Reprodução/TVCA

O atleta mato-grossense ficou conhecido em 2015 após sair do pelotão geral e chegou em 4º lugar. A partir deste feito, Wendel sempre participou da Corrida de Reis.

– Hoje eu consegui pela quarta vez subir no pódio e privilegiado por ser o melhor mato-grossense e melhor brasileiro, atleta de Pontes e Lacerda, representando nosso estado. Sabemos que a prova não é fácil, por ser internacional, nível avançado. Vem atleta africanos, fora os brasileiros que sempre lutam ali na frente também – afirmou Wendel logo depois da prova.

Em boa fase, Wendel foi o 12º colocado na última Corrida de São Silvestre, em São Paulo. Ele foi o 2º melhor entre os brasileiros na principal corrida de rua do país, em Dezembro.

Em 2020, a Corrida de Reis teve mudança de percurso em função de obras de mobilidade urbana próximo a ponte Sérgio Motta. Wendel falou sobre o novo percurso e onde ele perdeu contato com os líderes para poder chegar na reta final com chances de vitória.

— Eu gostei desse percurso, porque judia menos dos atletas. É mais rápido. Eu sabia que o campeão iria correr na casa dos 29 segundos, e que 30 minutos eu estaria entre os cinco primeiros. O momento mais difícil pra mim foi no quilômetro seis, que pegamos uma subida, eles fizeram jogo de equipe, usaram a estratégia, e eu não consegui manter meu ritmo. Mas mesmo assim consegui me manter no bloco da frente – explicou Wendel.

Por Olímpio Vasconcelos | GE MT

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