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Anvisa alerta para falsificação de remédios brasileiros no exterior; Os produtos são o venatox e o enzelua 160 mg

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou nesta quarta-feira (14) que recebeu do Laboratório Farmacêutico do Estado de Pernambuco (Lafepe) um comunicado sobre a utilização indevida no exterior da marca da empresa nas embalagens de dois medicamentos. Os produtos são o venatox e o enzelua 160 mg.

“Além de não serem fabricados pelo Lafepe, esses medicamentos não possuem registro na Anvisa, tratando-se de um caso inequívoco de falsificação”, afirmou a agência reguladora. 

De acordo com a Anvisa, não há nenhuma evidência de comercialização desses produtos falsificados no Brasil. A agência reguladora não informou em que tipo de tratamento teriam sido utilizados os medicamentos.

O informe foi divulgado para alertar população e distribuidores de medicamentos sobre a falsificação. Caso os remédios sejam encontrados, a Anvisa pede que o consumidor entre em contato para realizar denúncia junto à Gerência-Geral de Inspeção e Fiscalização Sanitária para a adoção das medidas cabíveis.

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Onça solta no Pantanal após se recuperar de ferimentos causados por incêndios florestais será monitorada por até 400 dias

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O acompanhamento do animal, conhecido como Ousado, será feito pelo Instituto Chico Mendes (ICMBio)

Renata Prata | Sema/MT

Soltura da Onça Pintada Ousado no Pantanal

A onça pintada que foi solta no Pantanal depois de se recuperar dos ferimentos causados por incêndios florestais será monitorada por rádio-colar com GPS que permitirá o acompanhamento de sua readaptação. O controle do animal, chamado de Ousado, será realizado pelo Instituto Chico Mendes (ICMBio).

A partir do rádio-colar será possível monitorar sua localização e saber o seu comportamento, explica o analista ambiental do ICMBio Ronaldo Morato.

“Nossa maior preocupação é saber se o Ousado terá sucesso na sua readaptação, se está caçando, se alimentando, aonde está indo. Ele poderá ficar com o colar por até 400 dias, após esse tempo ele cai sozinho. Será interessante pois poderemos avaliar o comportamento do animal também no período após as queimadas “, afirma Morato.

Ousado foi solto no mesmo local em que foi resgatado, no Parque Estadual Encontro das Águas, no Pantanal, depois de passar mais de um mês em recuperação no Instituto Nex, em Goiás. O animal foi encontrado com algumas queimaduras, ferido e desidratado. No instituto ele recebeu tratamento com ozônio e lazer terapia e foi constatado que não teve perda de função de seus membros o que permitiu ser solto novamente na natureza.

De acordo com a coordenadora de Fauna e Recursos Pesqueiros da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Neusa Arenhart, por ser um animal territorialista a soltura no mesmo local em que foi encontrado e onde já tem seu espaço demarcado faz com que ele não precise invadir o espaço de outros animais para buscar alimentos, o que facilita o processo.

Participaram da soltura: Secretaria de Estado de Meio Ambiente, por meio da Coordenadoria de Fauna e Recursos Pesqueiros e Comitê Estadual de Gestão do Fogo, Corpo de Bombeiros, Instituto Chico Mendes (ICMBio), Ibama, Ampara Animal, ONG Panthera, Instituto Nex, Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e o pesquisador Wladimir Domingues da Universidade De Maringá.

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